::Perfil::



Nome:...Jessica Walter
Idade:...31...
Cidade:...Belo Horizonte...
Gosto:...Dar aula e dançar Flamenco...
Odeio:...Falta de solidariedade...
Filmes:...Volver...
Músicas:...Tanto mar...



Estamos pagando um preço muito alto pelo descaso com a educação e aprendendo da pior maneira possível a diferença entre criar e educar. Nossas crianças estão perdidas, sem parâmetros de certo e errado, sem consciência de sua missão na vida. É hora de abandonar a atitude de impotência e trilhar um novo/velho caminho - a educação pautada por valores universais!










MARIO SERGIO CORTELLA

NÓS,HUMANOS E HUMANAS,SOMOS PORTADORES DE UM "DEFEITO" NATURAL QUE ACABA POR SER TORNAR NOSSA MAIOR VANTAGEM:NÃO NASCEMOS SABENDO! POR ISSO,DO NASCIMENTO AO FINAL DA EXISTÊNCIA INDIVIDUAL,APRENDEMOS E (ENSINAMOS)SEM PARAR;O QUE CARACTERIZA UM SER HUMANO É A CAPACIDADE DE INVENTAR,CRIAR,INOVAR E ISSO É O RESULTADO DO FATO DE NÃO NASCERMOS JÁ PRONTOS E ACABADOS.APRENDER SEMPRE É O QUE MAIS IMPEDE QUE NOS TORNEMOS PRISIONEIROS DE SITUAÇÕES QUE,POR SEREM INÉDITAS NÃO SABERÍAMOS ENFRENTAR. AQUELES ENTRE NÓS QUE IMAGINAREM QUE NADA MAIS PRECISAM APRENDER OU,PIOR AINDA,NÃO TEM MAIS IDADE PARA APRENDER,ESTÃO-SE ENCLAUSURANDO DENTRO DE UM LIMITE QUE DESUMANIZA E,AO MESMO TEMPO,TORNA FRÁGIL A PRINCIPAL HABILIDADE HUMANA:A AUDÁCIA DE ESCAPAR DAQUILO QUE PARECE NÃO TER SAÍDA. A EDUCAÇÃO É VIGOROSA QUANDO DÁ SENTIDO GRUPAL ÀS AÇÕES INDIVIDUAIS,ISTO É, QUANDO SE COLOCA À SERVIÇO DAS FINALIDADES E INTENÇÕES DE UM GRUPO OU UMA SOCIEDADE;UMA EDUCAÇÃO QUE SIRVA APENAS AO ÂMBITO INDIVIDUAL PERDE IMPULSO NA ESTRUTURAÇÃO DA VIDA COLETIVA,POIS,AFINAL DE CONTAS,SER HUMANO É SER JUNTO,E , AQUILO QUE APRENDEMOS E ENSINAMOS TEM DE TER COMO META PRINCIAPAL TORNAR A COMUNIDADE NA QUAL VIVEMOS MAIS APTA E FORTALECIDA. COMPETÊNCIA É NOS TEMPOS ATUAIS,UMA CONDIÇÃO COLETIVA;ATÉ ALGUM TEMPO ATRÁS,A COMPETÊNCIA ERA ENTENDIDA COM ALGO INDIVIDUAL,A TAL PONTO QUE SE FALAVA QUE " A MINHA COMPETÊNCIA ACABA QUANDO COMEÇA A DO OUTRO";EM OUTRAS PALAVRAS,EM UM GRUPO,EQUIPE OU ORGANUZAÇÃO,SE ALGUÉM PERDE OU DIMINUI A SUA COMPETÊNCIA,TODOS NO GRUPO A PERDEM OU DIMINUEM.O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA COLETIVA É,HOJE,O FATOR DIFERENCIAL QUE EXPRESSA A INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS E DOS GRUPOS. QUEM NÃO ESTIVER ABERTO A MUDANÇAS E COMPROMETIDO COM QUESTÕES DE NOVOS APRENDIZADOS ESTARA FADADO A O INSUCESSO PROFISSIONAL E PESSOAL.VALE SEMPRE LEMBRAR A FRASE DO FICTÍCIO DETETIVE CHINÊS CHARLIE CHAN"MENTE HUMANA É COMO PÁRA QUEDAS;FUNCIONA MELHOR ABERTA"...

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PROJETO NO MUNDO MÁGICO DE HARRY POTTER

Professora: Jessica.W.S.Costa                  Turma: 2 período


I-Objeto detonador e problematização

        Tema: NO MUNDO MÁGICO DE HARRY POTTER

    Os filmes do bruxinho HARRY Potter fascinavam os alunos do 2o período.
Até que um dia, em uma roda de conversa, resolvemos estudar a vida dele. As
crianças adoraram a idéia. A partir daí, viveríamos imensas histórias
mágicas.

II-Justificativa

    O mundo do faz de conta é mágico. Toda criança tem necessidade de fazer
parte dele.
    Quando brinca, imagina e cria, a criança elabora hipóteses para a
resolução de seus problemas e toma atitudes além do comportamento habitual
de sua idade, pois busca alternativas para transformar a realidade.
    É necessário que a escola possibilite o espaço e o tempo, que sejam os
elementos mediadores das interações das crianças com os objetos de
conhecimento.


III-Perfil do grupo

    Crianças de 5 e 6 anos de idade em processo de alfabetização,
participativas e com grande interesse em aprender.

IV-Objetivos

Conceituais

- Identificar os nomes e as características dos personagens;
-Comparar os personagens;
- Ampliar o vocabulário;
- Ler e interpretar imagens;
- Reconhecer o que faz bem e o que faz mal para o amigo;
- Adquirir hábitos de trabalhar em grupo;
- Reconhecer e valorizar o número.

Procedimentais
- Produzir trabalhos de artes;
- Explorar textos a partir do auto conhecimento;
- Coletar dados por meio de entrevistas;
- Desenvolver a capacidade criadora;
- Estimular a criatividade;
- Registrar experiências vividas pelo grupo;
- Elaborar sucatas
- Fabricar um jornal
- Desenvolver a memória
- Fazer cópia
- Brincar em grupo
- Controlar o próprio movimento

Atitudinais
- Respeitar e valorizar o próximo;
- Apreciar e ler vários tipos de textos;
- Apresentar atitudes de colaboração;
- Desenvolver o auto conhecimento;
- Interagir com outros e ampliar seu conhecimento de mundo;
- Confrontar realidade e fantasia.
- Socializar as informações que os alunos possuem sobre o tema;
- Reconhecer e valorizar os números, as contagens orais, as noções espaciais
como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
- Interessar-se em escrever palavras e textos ainda que não da forma
convencional;
- Explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força,
velocidade, resistência, flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites
e as potencialidades de seu corpo;
- Realizar movimentos para desenvolver a motricidade;
- Respeitar regras estabelecidas.

V-Janelas

- Linguagem oral e escrita
- Matemática
- Artes visuais
- Música
- Movimento

VI-Etapas

1- Organizar as crianças em roda. Apresentar a sala toda transformada em um
castelo. Conversar sobre o nosso projeto. Pedir que as crianças falem o que
sabem sobre os personagens da história.
2- Confeccionar as vestes, as varinhas, os chapéus e providenciar a pena
mágica (colar no lápis de escrever). A criança escolherá um animal de
estimação e dará um nome a ele (aranha, rato, morcego, sapo)
3- Na rodinha, selecionar as casas que as crianças ficarão, Sonserina ou
Grifinória, fechar os olhos e pousar o chapéu seletor na cabeça de cada
criança e dizer o nome da casa.
4- Combinar a pontuação que será distribuída conforme os combinados. Montar
um painel e deixar exposto na sala. Junto com ele colocar um cartaz com os
nomes das casas, para que todos os dias os pontos sejam marcados.
5- Montar com o alfabeto móvel os nomes: Harry Potter, Hermione, Rony.
6- Na quadra combinar as regras do quadribol.
7- Registrar sempre os jogos de quadribol, dando um maior enfoque ao placar.
A casa vencedora do dia ganhará pontos.
8- Montar o cantinho das poções, onde faremos quatro poções:
Poção da amizade-gelatina amarela e água
Poção da obediência-gelatina verde e água
Poção da sabedoria-gelatina azul e água
Poção do amor-gelatina vermelha e água
       As crianças ganham pontos para as casas quando completam as poções.
9- Registrar através de cópia e desenho as poções, quinzenalmente.
10- Nos dias do projeto, para entrarem na sala, as crianças formam uma fila,
pegam um papelzinho e lêem a palavra escrita, essa será a senha do dia. Quem
conseguir ler, ganha pontos para a casa.
11- Fabricar com as crianças um livro gigante sobre suas aventuras no mundo
de Harry Potter. O livro terá vinte páginas e será individual. Fazer uma
ilustração em cada parte da história, trabalhar o livro semanalmente. A
participação das crianças na montagem da história é fundamental.
12- Elaborar os símbolos de cada casa, para poder pregar nas vestes.
13- Começar a editar o jornal do Harry Potter. Cada semana escrever uma
matéria relacionada a ele. O jornal será dividido da seguinte maneira:
editorial, texto do mês, o país, a cidade, a escola, entrevista do mês,
notícias esportivas, curiosidades, classificados, divirta-se. Cada criança
terá o seu jornal.
14- Registrar através da escrita espontânea, detalhes de cada casa. Ex:
fundador, bruxo chefe, bruxos famosos, etc.
15- Dar significados a algumas palavras mágicas (espelho ojesed, capa da
invisibilidade, revelador, moedas de leprechauns, bisbilhoscópio, vira
tempo, poção redutora, berrador, noitibus, lembrol, onióculos, pó de flu,
penseira e poção polissuco).
16- Fazer um questionário com algumas perguntas a respeito do Harry Potter,
as crianças marcarão um X na resposta correta.
17- Toda semana uma criança de cada casa, irá somar ou diminuir os pontos
utilizando material concreto. Escrever o resultado e expor no cartaz. A casa
que vencer no final do projeto, receberá um prêmio.
18- Confeccionar com as crianças um castelo gigante de sucata individual.


VII-Avaliação

    Observação do comportamento das crianças. Hábitos de trabalho,
relacionamento com os colegas e professora, cumprimento das atividades,
atitudes positivas e negativas com relação às atividades escolares,
capacidade de cooperação e aproveitamento do tempo.

VIII-Duração

     Aproximadamente um semestre.

                                                                                              



Escrito por Jessica às 23h52
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PROJETO UM AMIGO É QUEM GOSTA DE VOCÊ

Professora: Jessica.W.S.Costa                  Turma: 2 período


I- Objeto detonador e problematização

        Tema: UM AMIGO É QUEM GOSTA DE VOCÊ

    A criança precisa valorizar o amigo e mesmo que não o queira como amigo,
ela precisa respeitar o próximo. Toda boa amizade deve ser cultivada, deve
ser recíproca, não ter barreiras de cor, sexo e posição social.
    São propostas às crianças, neste trabalho, ações educativas que possam
incorporar em seus hábitos de vida.

II- Justificativa

    Cultivar a amizade desde a infância tem um efeito muito importante.
Trabalhar a amizade é algo que não é imediato. A amizade se constrói no
convívio com o outro, nas ações do dia a dia. O sentimento é algo pessoal,
interno. Porém temos que respeitar todas as pessoas.

III- Perfil do grupo

    Crianças de 5 e 6 anos de idade em processo de alfabetização,
participativas e com grande interesse nas atividades propostas.

IV- Objetivos

Conceituais
- Perceber hábitos importantes da vida cotidiana, que vão ajuda-lo a ser uma
pessoa agradável com os outros;
- Fazer com que a criança preste atenção nas regras de convivência,
fazendo-a pensar sobre o respeito que você tem pelos outros e por si;
- Aprender a compartilhar as coisas, de forma prazerosa, saber sinceramente
o que significa ser generoso;
- Ampliar o vocabulário;
- Ler e interpretar imagens;
- Reconhecer o que faz bem e o que faz mal para o amigo;
- Adquirir hábitos de trabalhar em grupo;
- Reconhecer e valorizar o número.

Procedimentais
- Produzir trabalhos de artes;
-    Explorar textos a partir do auto conhecimento;
-    Coletar dados por meio de entrevistas;
-    Desenvolver a capacidade criadora;
-    Estimular a criatividade;
-    Registrar experiências vividas pelo grupo;
-    Recontar histórias lidas pela professora.

Atitudinais
- Respeitar e valorizar o próximo;
- Apreciar e ler vários tipos de textos;
- Apresentar atitudes de colaboração;
- Desenvolver o auto conhecimento;
- Interagir com outros e ampliar seu conhecimento de mundo;
- Confrontar realidade e fantasia.

V- Janelas

-    Linguagem oral e escrita
-    Matemática
- Artes visuais
- Música

VI- Etapas

1- Iniciar o projeto com a leitura d livro "Amigos até debaixo d'água
(Therezinha Casasanta) para que as crianças façam o reconto coletivo,
oralmente e depois a cópia;
2- Conversar na rodinha com as crianças sobre a amizade. O que é ser amigo,
o que é legal o amigo fazer, o que não é legal o amigo fazer. Registrar em
um cartaz e expor na sala. Atividade e folha: Desenhar você e seu melhor
amigo
3- Confeccionar com as crianças um outro cartaz para espalhar pela escola
com o título: AMIZADE É.... Cada criança vai escrever o significado de
amizade para ela;
4- Afixar na sala um envelope para cada criança com seu nome. Elas poderão
escrever para os amigos e colocar os bilhetes nos envelopes corretos. N o
final da semana, a professora faz a leitura e cola em uma folha para anexar
no projeto;
5- Procurar em revistas gravuras que simbolizam o ato de amizade. Expor na
sala;
6- Brincadeira de roda: "Eu fui à Bahia comprar um chapéu, da cor da lua, da
cor do céu. Não é para mim, não é para ninguém, é para o amigo que quero
bem".( cantiga popular). Escolher um amigo e entregar o chapéu. Copiar a
música em uma folha e ilustrar;
7- Atividade em folha: Escolher o chapéu que gostaria de dar para um amigo,
escrever o nome d amigo e colorir;
8- Atividade em folha: Escolher os amigos de toda a escola e escrever em
ordem alfabética;
9- Atividade em folha: Ler o poema e responder às perguntas; Iniciar a
confecção do álbum de figurinhas;
10- Atividade em folha: Colocar as cenas da histórias na ordem correta e
produzir ma história coletiva. Fazer a cópia;
11- Atividade em folha: Entrevistar um amigo e apresenta-lo para a turma;
12- Atividade em folha: Escrever características das pessoas que estão nas
fotos, respeitar as diferenças;
13- Atividade em folha: Fazer o acróstico da palavra amizade. Trabalhar
outras palavras relacionadas ao sentimento;
14- Produzir uma história em quadrinhos que tenha 3 partes;
15- Registro da Fábula o ratinho e o leão, através de atividades artísticas;
16- Iniciar o livro doa migo;
17- Intercâmbio de amigos. As crianças poderão escolher um
amigo da escola, de qualquer turma, para passa o dia com a gente. Fazer
atividades interessantes como, culinária, produzir um presente, fazer uma
brincadeira, um piquenique e assistir um filme

18- Relaxamento e amigo secreto. As crianças deitam sobre almofadas, a
professora as incentiva, em voz baixa a soltar a imaginação. Pode dizer, por
exemplo: "Imaginem um lugar lindo onde vocês adorariam brincar". As crianças
relaxam nessa posição por cerca de 10 minutos, com os olhos fechados. Depois
a professora distribui folhas e lápis de cor e pede para cada um desenhar
aquele lugar que imaginou. Em um pote devem ser colocados papeizinhos com os
nomes de todos os alunos que participaram da atividade. A professora pede
para que cada aluno tire um papelzinho. Todos abrem ao mesmo tempo. Em um
momento de confraternização geral, cada aluno procura o colega sorteado e
lhe entrega o desenho que fez de presente;
18- Finalizar o projeto com um teatro para mostrar a importância de se fazer
amigos.

VII- Avaliação

    Semanalmente, porque a proposta de trabalho é nova e várias situações
podem surgir. A cada situação colher a opinião das crianças para deixar
registrada no projeto. Pedir para que em casa os pais mandem depoimentos
sobre resultados positivos ou negativos relacionados ao projeto.

VIII- Duração

     Aproximadamente um bimestre.


Escrito por Jessica às 23h50
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AGRESSIVIDADE OU FALTA DE LIMITES?



Onde começa uma e onde termina a outra?
Quem sabe?
É difícil de se precisar...

Mas podemos buscar um significado para este comportamento (obviamente, após
descartado algum problema médico), se o entendermos, não como uma doença,
mas sim como uma reação de saúde a um ambiente em desequilíbrio, quer seja
este conflituoso, ou carente de limites.

Parece complicado, não? Mas, calma aí, já vamos explicar.

Primeiro, imagine uma criança que viva num ambiente conflituoso, em que
os pais não se entendem. Ou estão sempre tão ocupados, que a família não
consegue se reunir. Ou se já se separaram, mas continuam brigando. Ou ainda,
numa casa que até parece a "casa da mãe Joana", e os pais não conseguem
exercer seu papel de donos da casa, todos se intrometem, dando palpites,
e a criança fica sem saber o que é certo, o que é errado, ou a quem
obedecer.

Difícil imaginar? Viver, então, hein!

Agora, volte no tempo e imagine o nascimento dessa mesma criança na sua
família. Você há de concordar que, independente do clima ou das condições
para sua chegada, os olhares voltam-se todos para ela, certo?

À medida que ela vai crescendo, todas as vezes que ela chora: atenção para
ela! Todas as vezes que ela cai ou se machuca: atenção para ela! E as
gracinhas?
Ah, encanta a todos, não é verdade?

Não podemos negar. Esta "escola" dá, à criança, um aprendizado e tanto.
Ela se torna "mestre em ser o centro das atenções"! E esta bagagem vai se
transformando, gradualmente, num recurso disponível para ela utilizar nas
novas situações de vida que forem surgindo.

Na verdade, apesar de um vocabulário restrito e ainda em expansão, a criança
tem uma sensibilidade aguçada e uma grande capacidade de percepção do que
está se passando ao seu redor. Preocupa-se e, acredite , tenta buscar
soluções:
à sua maneira, de acordo com seu nível de maturidade e da bagagem que traz
das experiências relacionais adquiridas anteriormente.

Enfim, o que nós acreditamos e que afirmamos agora para vocês, é que a
reação
de agressão e da falta de limites, nos diferentes graus em que se apresenta,
torna-se um pedido de socorro da criança aos seus pais. Porque, ao chamar
atenção para o seu comportamento, ela faz com que, pelo menos naquele
momento,
os outros problemas que estão acontecendo sejam esquecidos, ou deixados
de lado. Não é assim que acontece na maioria das vezes?

Portanto, você pai e você mãe, vamos lá, fujam dos rótulos. Tirem os óculos
que os fazem enxergar sua criança com preocupação ou mesmo irritação, e
apropriem-se de um novo olhar: um olhar de "com-paixão". Procurem decifrar
o que ela está tentando dizer, indiretamente, com seu comportamento
agressivo
ou sem limites. Nenhuma criança faz nada à toa, há sempre um "para que"
por trás das situações nas quais ela chama as atenções para si. Conversem!
Reflitam sobre estas e outras questões pertinentes ao ambiente em que sua
família está vivendo. Às vezes, até a situação da chegada de um irmãozinho,
faz com que ela apenas esteja pedindo para ser vista, cuidada e incluída.
E, se estiver difícil para vocês, procurem a ajuda de um profissional da
área; nada melhor do que ser ajudado para sair de uma situação de
sofrimento.
O sofrimento é desnecessário, e não precisamos ficar agarrados a ele, ou
sermos arrastados por ele.

Ana Silvia Teixeira e Vera Risi
Terapeutas de Família



Escrito por Jessica às 23h46
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A FAMÍLIA E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO DE
ENSINO-APRENDIZAGEM DA CRIANÇA

         A família é o primeiro grupo social com o qual a criança tem
contato. Desta forma, é ali, que ela constrói seus primeiros saberes e
experiências. Estas vivências serão levadas para a escola e serão ampliadas
neste novo grupo social.
         Portanto, é fundamental para o acompanhamento e bom desempenho do
rendimento escolar da criança que haja uma parceria no trabalho
escola-família: por parte da escola, valorizando e respeitando os saberes já
construídos pela criança; e por parte da família, estimulando e participando
das atividades cotidianas dela. Esta parceria ajuda a criança a estabelecer
vínculos com a escola e a desenvolver as habilidades necessárias e propostas
neste ambiente com maior segurança e prazer.

Sugestões para a família ajudar no rendimento escolar da criança:

- Interessar-se pelas cosas que a criança faz na escola e por tudo que
acontece naquele ambiente;
- Estabelecer uma rotina diária, na qual a criança tenha como
responsabilidade estudar por um determinado tempo, ainda que não precise
fazer lição de casa naquele dia;
- Estimular a criança a ler um livro, uma matéria interessante de uma
revista, um gibi, atividade de passatempo como cruzadinhas, ou mesmo fazer
um desenho. O importante é a formação de hábitos relacionados à prática do
estudo em casa;
- Visitar livrarias, bibliotecas, bancas de jornais, para que a criança
tenha a oportunidade de conhecer e folhear diversos portadores de textos;
- Possibilitar que a criança escreva de acordo com seus conhecimentos, sem
pressiona-la para questões que ainda são complexas e sem significado para
ela, como ortografia, acentuação ou pontuação. A escrita é um processo que
se constrói escrevendo e sem medo de errar.
- Sentar-se com a criança para fazer leituras, sendo que cada um vai ler sua
matéria, seja jornal, livros, gibis, receitas...;
- Discutir com a criança notícias do dia a dia, ouvidas no rádio, TV,
jornais ou revistas, filmes que assistam, etc. Estimular a criança a expor
suas opiniões, manifestar seus desejos e dúvidas, esclarecendo-os sempre que
necessário;
- Possibilitar que a criança tente resolver sozinha situações simples do dia
a dia: se todas as pessoas da casa querem comer pão, quantos pães precisarão
ser comprados?
- Aproveitar momentos da rotina diária para favorecer a contagem numérica da
criança, como usar o calendário para marcar data importantes: aniversários
da família, passeios, dias em que não haverá aula, etc. Estimule a criança a
contar quantos dias faltam para tal evento, quantos dias do mês já passaram,
etc.

Trabalhando com as famílias

         No trabalho com as famílias, é importante que o professor conheça
antes a realidade da sua classe. É necessário que ele verifique nas fichas
das crianças seu histórico familiar.
         É importante considerar que as “famílias nucleares” tradicionais
não são a realidade atual. Muitas crianças são filhas de pais separados, ou
moram com avós, tios, não conhecem os pais ou não são de famílias nucleares
tradicionais:( pai, mãe, filho).
         Através das rodas de conversa, o professor pode trabalhar com essa
diversidade, valorizando e respeitando cada história, a fim de que a criança
também possa respeitá-la.



Escrito por Jessica às 23h44
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COMO ORGANIZAR GRUPOS HOMOGÊNEOS E HETEROGÊNEOS



         O professor pode utilizar diversas estratégias para que os alunos
avancem em suas hipóteses de escrita. Duas das estratégias são: organizar a
sala em duplas/grupos homogêneos ou em duplas/grupos heterogêneos.
         Para que a escolha de uma das formas de agrupamento seja adequada e
contribua para o desenvolvimento dos alunos, o professor deve ter clareza
dos objetivos a serem alcançados com a atividade.

_ Duplas/Grupos Homogêneos

         Ao organizar a turma em grupos homogêneos para a execução de uma
atividade, o professor deve garantir que os grupos sejam formados por alunos
que tenham as mesmas hipóteses sobre a escrita ou, ao menos, parecidas.
         Esta forma de trabalho favorece a aplicação de atividades
diversificadas na classe, ao mesmo tempo. Ou seja, cada grupo recebe uma
atividade diferente dos demais, pois esta deve ser desafiadora para a
hipótese sobre a escrita que os componentes do grupo têm. Além disso,
permite que o professor faça intervenções específicas em cada grupo, o que
enriquece ainda mais a atividade.
         Nesta forma de agrupamento a atividade é desafiadora para todos os
alunos, e juntos eles poderão refletir, confrontar idéias e avançar em suas
hipóteses.

_ Duplas/Grupos Heterogêneos

         As duplas/grupos heterogêneos são formados por alunos com hipóteses
diferentes sobre a escrita. Como, por exemplo, um aluno que já percebeu o
valor sonoro das letras com o aluno que ainda não percebeu.
         As hipóteses sobre a escrita dos componentes do grupo devem ser
diferentes, porém, não muito distantes. Ou seja, não devem ser colocadas no
mesmo grupo um aluno pré silábico e um alfabético, pois o aluno alfabético,
provavelmente, executará a atividade sozinho e o pré silábico não conseguirá
confrontar idéias ou auxiliar o colega, ficando ainda com a auto estima
baixa.
         Esta forma de trabalho favorece a troca de experiências entre os
alunos, permite que um questione o outro sobre a forma de organizar a
escrita, proporcionando assim, avanços no processo de alfabetização.
         É importante que as duas estratégias sejam usadas com freqüência
durante as aulas para atender às diversidades da turma.





Escrito por Jessica às 23h43
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PROJETOS




         Forma de trabalho que garante o aprofundamento num determinado
assunto e sob um aspecto especifico. Ao pensar no trabalho com projetos, o
professor deve considerar o interesse das crianças, o que elas já sabem
sobre o tema e qual aspecto será investigado com maior aprofundamento. Para
trabalhar com projetos, é preciso que estes aspectos estejam claros para o
professor na hora de propor as etapas do trabalho. Por exemplo, se o
objetivo do trabalho é falar sobre animais, é preciso determinar o que sobre
os animais vai ser trabalhado: a espécie? O habitat? Domésticos ou
selvagens? Aves?
         Se o professor não fizer estes ”recortes” dentro do ema proposto,
vai ficar difícil trabalhar com objetividade e favorecer a construção de
saberes específicos.
         Este trabalho pode proporcionar o encadeamento das atividades de
leitura e escrita a serem realizadas, bem como a seqüência das atividades.
         No projeto, as atividades a serem realizadas podem ser individuais,
coletivas ou grupais, de acordo com a proposta do professor.
         Antes de iniciar o trabalho, é preciso que o professor faça um
trabalho investigativo sobre o tema: as fontes de consultas que as crianças
e que o professor irão usar; os materiais que serão necessários para o
desenvolvimento do trabalho; a possibilidade de abranger neste projeto uma
ou mais disciplinas; passeios que possam enriquecer as aprendizagens;
profissionais que poderiam falar sobre o assunto; participação da escola
como um todo ou da comunidade; e o produto final: a estruturação das
aprendizagens construídas, que pode ser um folder informativo, um livro para
pesquisas na escola, um mural para a comunidade, um vídeo informativo e
assim por diante, respeitando as possibilidades e realidades de cada
comunidade escolar. Um projeto precisa ser pensado em etapas:
  1-Justificativa: por que decidimos trabalhar com este tema desta forma?
  2-Objetivos para os alunos: conhecimentos específicos que a criança irá
construir. O que o professor quer que ela aprenda ao longo do trabalho?
  3-Objetivos para o professor: conhecimentos e habilidades que o professor
irá desenvolver e adquirir com a realização deste trabalho.
  4-Objetivo compartilhado: a construção do produto final, que integra o
trabalho do professor e do aluno.
  5-Conteúdos: o que iremos trabalhar?
  6-Estratégias: de que forma iremos trabalhar os conteúdos?
  7-Etapas previstas: o que será estudado em que ordem isto vai acontecer?
  8-Produto final.


Escrito por Jessica às 23h42
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ALFABETIZAÇÃO PRECOCE

(A tremenda facilidade de alfabetizar antes dos 6 anos.)


  Não são raros os casos de crianças que, antes mesmo de começarem a ser
"alfabetizadas", demonstram conhecimentos de linguagem escrita.
Pesquisas revelaram que isso acontece principalmente quando as crianças
convivem com livros e com adultos que lêem e escrevem. Ao tentar imitar seus
pais e prestar atenção em suas ações, essas crianças dão início a um
importante processo de aprendizagem.
  Inspiradas por essas pesquisas, muitas instituições de educação infantil
passaram a incorporar a literatura infantil e rotinas como fazer a chamada
em seu cotidiano, com excelentes resultados.
  Ainda que esse processo "espontâneo" de aprendizagem seja mais comum entre
crianças que vivem num ambiente favorável, isso não quer dizer que não
ocorra em outros meios. Mesmo em creches de regiões muito carentes, as
crianças constroem, antes dos 6 anos, conhecimentos que tornam o
"analfabetismo" praticamente impossível.
  Antigamente existia um receio de que a alfabetização precoce forçasse demais
o ritmo das crianças. Achava-se que o ideal era esperar para ensinar as
letras só a partir dos 6 ou 7 anos.
O grande erro dessa concepção está em acreditar na eficiência do ensino
"letra por letra", em que se enfatizam principalmente atividades de cópia de
letras e de frases simplificadas (como o clássico "Ivo viu a uva").
  Hoje sabemos que o mais importante, sem nenhuma dúvida, é oferecer um
ambiente em que a linguagem escrita esteja muito presente e convidar as
crianças a participar de atividades de leitura e escrita. Ouvir histórias,
brincar com livros, brincar de rabiscar são atividades que podem ser
iniciadas até mesmo antes dos 2 anos. Nesse contexto, em que as crianças se
sentem motivadas a querer aprender coisas como escrever seu nome, as
atividades de cópia e a aprendizagem das letras e sílabas ganham aos poucos
um novo significado.
  Caso uma pré-escola (ou um jardim de infância ou uma creche, etc.) insista
demais em atividades de cópia simples e não tenha nem livros nem etiquetas
com o nome das crianças, pode-se começar a ficar desconfiado. Certamente a
aprendizagem da linguagem escrita será mais divertida em um local cheio de
livros, revistas, papéis e em que as professores escrevem com os alunos e
para eles.
  Quando nenhuma criança é forçada a copiar e a decorar e todas são
encorajadas a brincar de ler e escrever, os resultados positivos podem ser
surpreendentes.



Escrito por Jessica às 19h35
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Sejam Bem Vindos

Pessoal!!!!

É com muito orgulho e prazer, que a partir de hoje, estarei disponibilizando meus projetos e atividades que desenvolvi com meus alunos. Sejam Bem vindos e façam bom proveito.

Beijos

Jessica



Escrito por Jessica às 19h11
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