::Perfil::



Nome:...Jessica Walter
Idade:...31...
Cidade:...Belo Horizonte...
Gosto:...Dar aula e dançar Flamenco...
Odeio:...Falta de solidariedade...
Filmes:...Volver...
Músicas:...Tanto mar...



Estamos pagando um preço muito alto pelo descaso com a educação e aprendendo da pior maneira possível a diferença entre criar e educar. Nossas crianças estão perdidas, sem parâmetros de certo e errado, sem consciência de sua missão na vida. É hora de abandonar a atitude de impotência e trilhar um novo/velho caminho - a educação pautada por valores universais!










MARIO SERGIO CORTELLA

NÓS,HUMANOS E HUMANAS,SOMOS PORTADORES DE UM "DEFEITO" NATURAL QUE ACABA POR SER TORNAR NOSSA MAIOR VANTAGEM:NÃO NASCEMOS SABENDO! POR ISSO,DO NASCIMENTO AO FINAL DA EXISTÊNCIA INDIVIDUAL,APRENDEMOS E (ENSINAMOS)SEM PARAR;O QUE CARACTERIZA UM SER HUMANO É A CAPACIDADE DE INVENTAR,CRIAR,INOVAR E ISSO É O RESULTADO DO FATO DE NÃO NASCERMOS JÁ PRONTOS E ACABADOS.APRENDER SEMPRE É O QUE MAIS IMPEDE QUE NOS TORNEMOS PRISIONEIROS DE SITUAÇÕES QUE,POR SEREM INÉDITAS NÃO SABERÍAMOS ENFRENTAR. AQUELES ENTRE NÓS QUE IMAGINAREM QUE NADA MAIS PRECISAM APRENDER OU,PIOR AINDA,NÃO TEM MAIS IDADE PARA APRENDER,ESTÃO-SE ENCLAUSURANDO DENTRO DE UM LIMITE QUE DESUMANIZA E,AO MESMO TEMPO,TORNA FRÁGIL A PRINCIPAL HABILIDADE HUMANA:A AUDÁCIA DE ESCAPAR DAQUILO QUE PARECE NÃO TER SAÍDA. A EDUCAÇÃO É VIGOROSA QUANDO DÁ SENTIDO GRUPAL ÀS AÇÕES INDIVIDUAIS,ISTO É, QUANDO SE COLOCA À SERVIÇO DAS FINALIDADES E INTENÇÕES DE UM GRUPO OU UMA SOCIEDADE;UMA EDUCAÇÃO QUE SIRVA APENAS AO ÂMBITO INDIVIDUAL PERDE IMPULSO NA ESTRUTURAÇÃO DA VIDA COLETIVA,POIS,AFINAL DE CONTAS,SER HUMANO É SER JUNTO,E , AQUILO QUE APRENDEMOS E ENSINAMOS TEM DE TER COMO META PRINCIAPAL TORNAR A COMUNIDADE NA QUAL VIVEMOS MAIS APTA E FORTALECIDA. COMPETÊNCIA É NOS TEMPOS ATUAIS,UMA CONDIÇÃO COLETIVA;ATÉ ALGUM TEMPO ATRÁS,A COMPETÊNCIA ERA ENTENDIDA COM ALGO INDIVIDUAL,A TAL PONTO QUE SE FALAVA QUE " A MINHA COMPETÊNCIA ACABA QUANDO COMEÇA A DO OUTRO";EM OUTRAS PALAVRAS,EM UM GRUPO,EQUIPE OU ORGANUZAÇÃO,SE ALGUÉM PERDE OU DIMINUI A SUA COMPETÊNCIA,TODOS NO GRUPO A PERDEM OU DIMINUEM.O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA COLETIVA É,HOJE,O FATOR DIFERENCIAL QUE EXPRESSA A INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS E DOS GRUPOS. QUEM NÃO ESTIVER ABERTO A MUDANÇAS E COMPROMETIDO COM QUESTÕES DE NOVOS APRENDIZADOS ESTARA FADADO A O INSUCESSO PROFISSIONAL E PESSOAL.VALE SEMPRE LEMBRAR A FRASE DO FICTÍCIO DETETIVE CHINÊS CHARLIE CHAN"MENTE HUMANA É COMO PÁRA QUEDAS;FUNCIONA MELHOR ABERTA"...

.::UOL - O melhor conteúdo::.
.::BOL - E-mail grátis::.
.::jardim maria::.
.::Blog da Márcia::.
.::paixão de educar::.
.::blog da Mara::.
.::blog da Sheila::.




::Já Passou::
26/04/2009 a 02/05/2009
06/04/2008 a 12/04/2008
02/03/2008 a 08/03/2008
20/01/2008 a 26/01/2008
30/12/2007 a 05/01/2008
09/12/2007 a 15/12/2007
25/11/2007 a 01/12/2007
22/07/2007 a 28/07/2007
15/07/2007 a 21/07/2007
08/07/2007 a 14/07/2007
27/05/2007 a 02/06/2007
06/05/2007 a 12/05/2007
29/04/2007 a 05/05/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
25/03/2007 a 31/03/2007
18/03/2007 a 24/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
18/02/2007 a 24/02/2007
11/02/2007 a 17/02/2007
04/02/2007 a 10/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
14/01/2007 a 20/01/2007
07/01/2007 a 13/01/2007
31/12/2006 a 06/01/2007
24/12/2006 a 30/12/2006


::Créditos::









::Votação::

Dê uma nota para meu blog






::Contador::



Contar histórias - Métodos

Ao escolher um método, comece por analizar a história e qual o seu objetivo. Em geral use:
Narração: quando a história tem um enredo simples e elementos familiares.
Participação ou cantos: quando você tem partes que se repetem frequentemente e/ou frases engraçadas
Material visual: quando a história for complicada ou contiver elementos desconhecidos.
Histórias caracterizadas: teatro, fantasias ou um único boneco. Quando o envolvimento ou o teatro ajudam a enfatizar a mensagem da história ou para facilitar a expressão de sentimentos e pensamentos interiores.
Dramatização: quando se quer ilustrar uma aplicação da mensagem ou se tem muitos personagens de igual importância.

Outras possibilidades são:

·  Ler a história diretamente para as crianças. Ao se preparar leia a história diversas vezes e pelo menos uma vez em voz alta. Ao ler para as crianças seja tão animado como se estivesse contando-a; leia devagar e olhe nos olhos das crianças..

·  "Vamos fazer de conta" muito bom para explorar atos e suas consequências

·  Contar uma experiência; algo que aconteceu a você, e de preferência que não te coloque como um "bom" exemplo

·  Discussão / perguntas e repostas Para crianças mais velhas; lembre-se que uma história biblica não é uma palestra.

Métodos Envolventes:

·  História participativa. Como quando um mágico usa alguém da platéia (crianças guardam 60% do que fazem, 30% do que vêem e apenas 10% do que escutam).

·  Coros, cantos e histórias com eco. O professor combina com as crianças uma frase ou atitude a qual elas devem responder com uma palavra ou gesto específico. Ou faça com que as crianças criem os efeitos sonoros de acordo com a história sempre que você indicar. É impressionante a quantidade de coisas que eles memorizam assim.

·  Pantomima: É especialmente eficaz com grupos pequenos de crianças menores, em que eles "participam" na história ao representar.

·  Teatralizando: apos contar rápida e resumidamente a história deixe as crianças se tornarem os personagens.

·  Jogo de personificação: cada criança assume um personagem e deve reagir as situações que você apresenta.



Escrito por Jessica às 15h23
[] [envie esta mensagem]




Métodos visuais:

·  Histórias em sequencia: a medida que a história evolui, use uma série de figuras para ilustrá-la. Livros de colorir são boas fontes de material; Cuidado com: temporização (para que as figuras não sejam apresentadas antes do fato), controle o interesse do grupo e não distraia a atenção deles dos pontos importantes.

·  Quadros de Figuras ou palavras: A chave aqui é o elemento surpresa (o que será acrescentado depois?)

·  Figuras misteriosas: a medida que a história é contada vá desenhando uma série de linhas e formas sem sentido até que as linhas se formem objetos reconhecidos que dão ênfase a partes da história. (Simplifique o trabalho fazendo os traços a lápis, bem claro, antes. Certifique-se que o quadro e o desenho são grandes o suficiente para ser vistos por todos. Falar e desenhar ao mesmo tempo é mais complicado que parece; conheça bem a história e pratique antes).

·  Acrósticos: podem ser usados durante a lição preenchendo com as palavras no correr da história. (ex. escreva JESUS no quadro; a medida que a história continua escreva: José no J de Jesus, Esteve no E de Jesus, etc...

·  Flanelógrafo: Muito útil se a sequencia, movimento e relacionamentos são importantes para a história.

Métodos visuais são especialmente importantes se objetos desconhecidos são parte da história. As vezes é melhor apresentar os objetos antes da história para evitar confusão durante a narrativa.
Outros métodos visuais incluem modelagem, dobraduras, quadros de giz, mapas...

Métodos dramáticos

]Ao contar uma história, lembre-se que suas expressões faciais e gestos são tão importantes como o tom e o som da sua voz. Aprenda a exagerar emoções, desenvolva diferentes vozes e personalidades, conte histórias em "bumerangue", isto é você dialoga com você mesmo.

·  História narrativa. O professor assume a postura de observador / testemunha, até as vezes usando uma fantasia. Ajude as crianças a "estar lá" com você, ver através dos seus olhos.

·  Esquetes ou quadros vivos. A história toda ou partes são encenadas.

·  Entrevista: onde o professor entrevista um personagem convidado (requer 2 pessoas ou você e 1 boneco)

Bonecos e fantoches. Existem diversos tipos de fantoches. Os mais simples podem ser feitos a partir de uma meia ou saco de papel ou simplesmente recortando silhuetas e colando-as a palitos de picolé.

Cada fantoche deve ter uma personalidade clara (ex. nervoso, tímido, orgulhoso.. ) e também uma voz que não devem mudar durante a história.

Não use fantoches apenas para narrar a história, Converse com o boneco ou faça com que atuem.
Tome cuidado ao usar fantoches em um teatro, para que eles não caiam da cena, a medida que seus braços cansem e para que sua voz alcance a platéia. Cuidado com movimentos fora de sincronia, diálogos muito complexos e excesso de objetos e cenários. Mantenha contato visual (olhar) entre os fantoches e entre fantoches e crianças.



Escrito por Jessica às 15h22
[] [envie esta mensagem]




Brincadeiras

A gatinha parda

 

Faz-se uma roda, todos de pé. Escolhe uma criança para ficar no centro da roda com olhos vendados e com uma varinha na mão. As crianças começam a girar na roda e cantar: Ah, minha gatinha parda, que em janeiro me fugiu, quem roubou minha gatinha você sabe, você sabe, você viu? Todos se calam. A que está no centro da roda toca em alguém com a varinha. A que foi tocada deve miar como um gato. Quem tocou tenta descobrir que é. Se descobrir, diz o nome e quem miou vai para o centro recomeçar a brincadeira. Se não acertar continua sendo a do centro, recomeça a brincadeira até adivinhar quem é.  

 

Alfândega

 

Uma criança sai da sala.

Escolhe-se uma criança que irá inventar uma regra e dizer para os colegas, como por exemplo: só passa de for algo que voa.

Chama o colega que está fora da sala e pergunta: o que passa? Este vai dizendo por exemplo gato (as crianças dizem não passa), vaca (as crianças dizem não passa), até ele dizer o nome de algum animal que voa.

A finalidade da brincadeira é descobrir qual foi a regra dada inicialmente.

 

   

Amarelinha

 

1ª etapa - O primeiro jogador, joga a pedra na primeira casa (1) e com um pé só pula esta pisando no 2, depois no 3 e 4 ao mesmo tempo, depois no 5 com um pé só, e depois no céu ( 6 e 7) com os dois pés ao mesmo tempo. Vira e volta, quando chegar no 2 pega a pedra no 1 e pula fora. Depois joga no 2. Pula no nº 1 com um pé só, salta o 2 e assim por diante. Não pode pisar na linha senão é a vez do outro.

 

2ª etapa - Chutinho - Joga-se a pedra perto, antes da amarelinha. Começa a chutar sem tocar nos riscos, se errar é a vez de outra criança.

 

3ª etapa - Joga-se sem pedra com os olhos vendados, então diz: pisei? E as outras crianças respondem não. Se pisar e disserem sim é a vez de outra.

 

4ª etapa - De costas, joga a pedra por trás de si, sem ver ainda onde parou. Onde a pedra cair exclui-se marcando um x com giz. Vira e começa a pular igual à primeira etapa, porém na casa excluída pode-se pisar com os dois pés.

 

 

 

 

Batata quente


Todos em roda, sentados no chão, com um objeto na mão vai passando e cantando a seguinte canção:

_ Batata que passa quente, batata que já passou, quem ficar com a batata, coitadinho se queimou!

Quando disser queimou, a pessoa que estiver com o objeto na mão, sai da roda.  



Escrito por Jessica às 15h21
[] [envie esta mensagem]




Boca de forno

Uma criança é eleita como chefe ou mestre. Ela deverá ser a única a dar ordens na brincadeira e os demais deverão cumpri-las.

O mestre inicia a brincadeira dizendo:  

Mestre:                 -Boca de Forno

Crianças:              - Forno

Mestre:                - Faz o que eu mando?

Crianças:              - Faço

Mestre:                - Se não fizer?

Criança:               - Toma bolo

Ou (varia de região para região)

  Mestre:
-Bento, bento é o frade

Todos:
-Frade!

Mestre:
-Na boca do forno!

Todos:
-Forno!
Mestre:
-Tirar um bolo!

Todos:
-Bolo!
Mestre:
-Farão tudo que seu mestre mandar...

Todos:
-Faremos todos!

Mestre:
-Se não fizer...

Todos:
Levaremos o bolo! 

O mestre deverá ditar a ordem que deve ser a de trazer um objeto como um lápis, um batom, um caderno, uma folha de árvore ou caderno etc. Se a criança não conseguir deverá pagar uma prenda que pode ser cantar uma música, dançar, imitar um bicho etc.    

 

Cabra-cega

Escolha um lugar nem tão grande nem tão pequeno. Tire a sorte no par ou ímpar, no 0 ou 1 para ver quem será a cabra-cega. A cabra-cega deverá ter os olhos vedados com um lenço. Depois as crianças deverão rodar a cabra-cega e iniciar a brincadeira com as perguntas e respostas:

Todos: Cabra-Cega, de onde você veio?

Cabra-Cega: Vim lá do moinho.

Todos: O que você trouxe?

Cabra-Cega: Um saco de farinha.

Todos: Me dá um pouquinho?

Cabra-Cega: Não.

Todos então saem correndo e a cabra-cega deverá tentar pegar alguém. Quando conseguir ela deverá adivinhar quem é. Se acertar a presa deverá ser a próxima cabra-cega, se errar a cabra-cega continua sendo a mesma de antes.  



Escrito por Jessica às 15h21
[] [envie esta mensagem]




Caixinha de surpresas



Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papeizinhos várias tarefas engraçadas. Coloca dentro de uma caixinha.
Sentados em círculo, a caixinha irá circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixinha na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixinha e executar a tarefa. Continua até acabar os papéis.

 

 

Carniça

 

Faz-se uma fila de crianças que deverão estar curvado com as mãos apoiadas na coxa. Uma criança começa pulando sobre todos. Quando pular a última carniça o pulador pára adiante esperando que os seguintes pulem sobre ele.

   

 

Carrinho de mão


 
Antes de iniciar o jogo, deve-se marcar uma linha de saída e uma de chegada. Separado em dois times, as crianças deverão se dividir em duas. Uma ficará na frente com as mãos no chão, a de trás irá segurar nos pés da primeira de modo que forme um carrinho. O que estiver com a mão no chão juntamente com o que estiver lhe segurando deverá correr até a linha de chegada. Ganha o time que chegar primeiro.
 

Ceguinho


 
Forma-se uma roda e uma criança fica no centro da roda com os olhos vendados. Todos deverão girar na roda e cantar “Pai Francisco”. Quando o ceguinho bater palmas, a roda deverá parar e ele caminhará para a frente e tocar no colega para adivinhar quem é.  

 

 

Chicotinho

 

Faz-se uma fila de crianças. Outra criança deverá segurar a corda com as duas pontas na mão e começar a girá-la no chão. As crianças da fila começam a pular uma por uma. Sai da brincadeira quem pisar na corda.  

 



Escrito por Jessica às 15h20
[] [envie esta mensagem]




Chicotinho Queimado

 

Escolhe um objeto para ser o chicotinho queimado, pode ser um pedaço de corda ou corrente.

Todas as crianças tapam os olhos, enquanto uma outra criança esconde o chicotinho queimado. Todas as crianças saem à procura do chicotinho já com os olhos destampados. À medida que alguma criança estiver perto, a que escondeu o chicotinho dirá está quente. Se estiver longe diz está frio. Esquentando ou esfriando conforme a distância. Diz pelando quando estiver muito perto do chicotinho. Aquela que achar pega o chicotinho e sai correndo atrás de outra criança. Aquela que for tocada levemente pelo chicotinho será a próxima a escondê-lo.

Cinco Marias

  Você poderá brincar de 5 Marias com cinco pedrinhas ou cinco saquinhos de pano. Os saquinhos poderão ser feitos com retalhos com enchimento de arroz.

Deve-se tirar a sorte para ver quem iniciará o jogo. Inicia-se jogando os saquinhos para cima e onde caírem devem ficar. O jogador pega outro saquinho e joga para cima enquanto pega outro saquinho antes do primeiro cair no chão. Depois deverá jogar os dois saquinhos para cima e tentar pegar um terceiro saquinho do chão. E assim por diante. Ganha 1 ponto quem conseguir pegar os 5 saquinhos se não conseguir passa a vez.    

 

Cobrinha

 

Duas crianças seguram a corda perto do chão e começam a fazer ondulações. Três crianças começam a pular, quem tocar esbarrar na corda sai da brincadeira. Se uma sair entra outra no seu lugar. Vence quem conseguir ficar pulando mais tempo.  

 

 

Elefantinho colorido


As crianças ficam em roda e uma delas fala:
__   Elefante colorido!
Os outros perguntam:
__   De que cor ele é?
A criança deverá escolher uma cor e as outras deverão tocar em algo que tenha esta cor. Se não achar esta cor o elefantinho irá pegá-lo.

 

Estafeta ao quadro negro

 

Organiza-se duas filas de crianças. Elas devem escolher um número qualquer que será o resultado do cálculo que irão realizar (Por exemplo: 30). Dá-se o sinal de partida, então o primeiro jogador de cada fila deverá correr ao quadro e escrever dois números quaisquer, depois somá-los ou subtraí-los e voltar para a sua fila, entregar o giz ao segundo jogador e ir para traz do último jogador. O segundo jogador deverá correr ao quadro e também irá proceder da mesma forma, porém antes deverá verificar se o cálculo anteriormente feito pelo colega está certo, se não estiver deverá corrigi-lo e depois fazer o seu. Deverá proceder assim até ó último jogador. Este deverá somar ou subtrair de forma que consiga o resultado inicialmente proposto. Por exemplo: se o número combinado foi 30 e o último número restado foi 22 ele deverá somar com 8. Vence a fila que terminar primeiro.

 



Escrito por Jessica às 15h20
[] [envie esta mensagem]




Estátua

 

As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma criança para começar a brincadeira. Esta criança começa a puxar as crianças perguntando antes de puxar: pimenta, pimentinha, pimentão ou sapatinho de algodão? Quem responder:

- Pimenta: é puxada normalmente e virar estátua.

- Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.

- Pimentão: é puxada com força e virar estátua.

Sapatinho de algodão: deve ser carregada no colo e ao ser colocada no chão virar estátua.

Após todos virarem estátua a líder diz: Entrei no jardim de flores, não sei qual escolherei, aquela que for mais bela, com ela me abraçarei. Então escolhe uma estátua para se abraçar. A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos retornam à posição normal e recomeça a brincadeira.  

 

 

Estátua 2

Faz-se uma roda e todos vão rodando de mãos dadas e cantando a seguinte canção:


“A casinha da vovó,

cercadinha de cipó,

o café tá demorando,

com certeza não tem pó!

Brasil! 2000!

Quem mexer saiu!”.


Todos ficam como estátua e não vale rir, nem se mexer, nem piscar, nem se coçar, quem será que vai ganhar?    

Foguinho

 

Duas crianças segurando a corda começam a bater e falar:

 

Salada, saladinha

Bem temperadinha

Com sal, com pimenta

Fogo, foguinho.

 

Enquanto isso uma criança está pulando na corda. Ao pronunciar a palavra foguinho deverão girar a corda bem rápido. Quem conseguir pular mais rápido, sem esbarrar na corda será o vencedor.  



Escrito por Jessica às 15h20
[] [envie esta mensagem]




Formando grupos

 

As crianças deverão ficar em roda girando e cantando. A professora irá bater palmas ou apitar e mostrar um cartão que deverá ter um número. Se o número for o 4 por exemplo, as crianças saem da roda e formam grupos de quatro e depois voltam para a roda, continua a brincadeira até não poder formar mais grupos. Quem ficar de fora sai da brincadeira.


 

Fotografias em colher

 

Dois jogadores combinam-se entre si. Um sai da sala e outro fica. O que fica pega uma colher e finge tirar a fotografia de alguém pondo a colher em frente ao rosto da pessoa por dois segundos. Chama-se então o que está do lado de fora da sala que, examinando a colher, diz o nome da pessoa que foi fotografada. Todos provavelmente ficarão admirados, mas isto não passa de um truque que consiste no seguinte: o que tirou a fotografia faz o mesmo gesto da pessoa que foi fotografada sem que a pessoa perceba, ou seja, se estiver com a mão no queixo este deverá ficar com a mão no queixo, se estiver com o lápis na boca, este deverá ficar com o lápis na boca, então o que estava do lado de fora compara a posição do companheiro com alguém da sala e aí diz o nome da pessoa fotografada.

 

Galinha gorda

 

Pode-se fazer na piscina certificando-se que todos sabem mergulhar e observando a idade da garotada. Todos estão dentro da piscina. Uma criança começa a falar e o grupo deve responder:

 

Jogador:- Galinha gorda!

Todos: - Gorda ela!

Jogador: - Vamos comê-la!

Todos: - Vamos a ela!"

 

E então o jogador joga o objeto (galinha gorda) em algum lugar da piscina. Todos mergulham em busca do objeto. Quem conseguir achar a galinha gorda será o vencedor e o próximo a lançar o objeto que representa a galinha gorda  



Escrito por Jessica às 15h19
[] [envie esta mensagem]




Mamãe, posso ir?

 

Uma criança é escolhida para ser a mãe que deverá estar de olhos vendados ou de costas, enquanto as outras serão as filhas. As crianças ficam em uma certa distância da mãe atrás de uma linha marcada com giz. A primeira da direita começa a falar: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos? Três de elefante. Este deverá dar três passos grandes em direção da mãe. A próxima criança pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos? – Dois de cabrito. Este deverá dar dois passos médios em direção da mãe. O próximo pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos. – Cinco de formiga. Este deverá dar cinco passos pequeninos em direção da mãe. Quem chegar primeiro na mamãe será a próxima mãe.

Palitinhos

 

Cada jogador deverá ter três palitinhos no máximo (pode-se partir um palito em três pedaços). Pode jogar colocando na mão todos 3, ou 2 ou apenas 1, ou com a mão vazia – zero ponto, o restante dos palitos ficam escondidos na outra mão. Para iniciar a brincadeira os jogadores expõem a mão fechada com os palitos dentro. Cada um deve tentar adivinhar a soma total de palitos que tem em todas as mãos juntando com a sua. Todos dizem um número. Depois abrem as mãos, soma-se a quantidade de palitos total para ver quem acertou. Recomeça a brincadeira.  

 

Para tirar a sorte:

Uni, dúni, tê

Salame mingúe

Um sorvete colorê

Uni, dúni, te

Quem saiu fora foi você!

Passa anel

  Sentados numa roda o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo.

Ao final pergunta a um dos participantes onde está o anel? Se este acertar ele será o próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando novamente a brincadeira.  



Escrito por Jessica às 15h18
[] [envie esta mensagem]




 

Peixinhos e tubarões


 
Separados em dois times, deverão formar o time dos peixinhos e dos tubarões. No momento em que tocar uma música baixinho, os peixinhos saem para passear. Quando tocar uma música alta, os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo. O peixinho que for pego vira tubarão.

 

 

Pula-pula corda

 

Duas crianças seguram a corda nas extremidades bem perto do chão. As outras crianças começam a saltar. À medida que saltam o nível da altura deverá ir subindo. Será o vencedor quem conseguir pular mais alto.  

 

 

Senhor caçador

 


As crianças ficam em roda e uma delas será o caçador que deverá ficar com os olhos vendados. Todos os outros cantam:
“Senhor caçador,
preste bem atenção!
Não vá se enganar,
Quando o galo cantar!
Canta, galo!”
Uma das crianças imita a voz do galo e o caçador deverá adivinhar quem é. Se não descobrir pagará uma prenda que o galo dirá qual é.

 

 

Serra, Serra, Serrador

 

Brinca duas crianças, uma de frente para outra, de pé, dando-se as mãos. Começam a balançar de trás para frente, indo e vindo e cantando: - Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou? Uma diz um número, por exemplo, quatro. Elas então deverão dar quatro giros com os braços sem soltarem as mãos.

 



Escrito por Jessica às 15h18
[] [envie esta mensagem]




  Seu lobo

 

Escolhe-se uma criança para ser o lobo que deverá se esconder perto. As outras crianças deverão ir até onde o lobo está escondido e então cantam: vamos passear na floresta enquanto seu lobo não vem, seu lobo está? Então o lobo responder: estou tomando banho. As crianças dão outra volta cantando novamente até chegar perto da casa: vamos passear na floresta enquanto seu lobo não vem, seu lobo está? O lobo responde outra coisa: estou botando meu sapato e assim por diante cada vez o lobo dirá algo diferente que está fazendo, até quando estiver pronto. O lobo então sai sem falar nada atrás das crianças. A que ele conseguir agarrar será o próximo lobo.  

Subi na Roseira

  Duas crianças batem a corda e outras duas começam a pular e vão falando uma para outra:

 

Ai, ai...

O que você tem?

Saudades.

De quem?

Do cravo, da rosa e de mais ninguém.

Subi na roseira,

desci pelo galho,

fulano (fala um nome) me acuda,

senão eu caio.

 

Sai quem recitou e entra quem foi chamado

 

 

 

 

   

   

Tico-tico fuzilado


 
Cada crianças deverá ter uma latinha. De um lado ficam as crianças e do outro as latinhas. Cada criança deverá jogar a bola, que poderá ser de meia ou de tênis, nas latinhas tentando acertar. Se a sua latinha for atingida você deverá correr para pegá-la antes que joguem a bola novamente. Se não conseguir será fuzilado, ou seja, deverá ficar de pé e escolher uma parte do seu corpo para que o colega acerte o local indicado. Se for fuzilado três vezes sai da brincadeira.

   



Escrito por Jessica às 15h18
[] [envie esta mensagem]




Cantigas de Roda

A barata

 

A barata diz que tem

Sete saias de filó

É mentira da barata

Que ela tem é uma só

 

Rá, rá, ra

Ró, ró, ró

Ela tem é uma só

 

A barata diz que tem

Um sapato de fivela

É mentira da barata

O sapato é da irmã dela

 

Rá, rá, ra

Ró, ró, ró

Ela tem é uma só

 

A barata diz que tem um anel de formatura

É mentira da barata

Ela tem é casca dura

 

Rá, rá, ra

Ró, ró, ró

Ela tem é uma só

 

A barata diz que usa

Um perfume muito bom

É mentira da barata

Ela usa é detefon



Escrito por Jessica às 15h17
[] [envie esta mensagem]




A Canoa Virou


A canoa virou,
Fui deixar ela virar,
Foi por causa de fulano (nome da criança)
Que não soube remar.

 

Siriri pra cá, siriri pra lá

Fulana é velha

E quer se casar

 

Siriri pra cá, siriri pra lá

Fulana é velha

E quer se casar


Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,
Eu tirava fulano (nome da criança)
Do fundo do mar.

 

Siriri pra cá, siriri pra lá

Fulana é velha

E quer se casar

 

Siriri pra cá, siriri pra lá

Fulana é velha

E quer se casar  

 



Escrito por Jessica às 15h17
[] [envie esta mensagem]




Adoletá

 

Adoletá
Lepeti
Peti

Polá
Lê café com chocolá

Adoletá

Puxa o rabo do tatu

Quando quem saiu foi tu

Puxa o rabo da cutia

Quando sai a sua tia

Quando um ganha o outro perde

Não adianta disfarçar

E tem que ficar ligado

Quando a música parar.

(Bate a mão direita com a direita do companheiro à sua frente e a esquerda com a esquerda).

 

Ai bota aqui, ai bota ali o seu pezinho

 

Ai bota aqui ai bota ali o seu pezinho

O seu pezinho bem juntinho com o meu (bis)

 

E depooois não vá dizer

Que vocêêê já me esqueceu (bis)

 

Ai bota aqui ai bota ali o seu pezinho

O seu pezinho bem juntinho com o meu (bis)

 

E vou chegaaar nesse seu corpo

Um abraaaço quero eeu (bis)

 

Ai bota aqui ai bota ali o seu pezinho

O seu pezinho bem juntinho com o meu (bis)

 

Agora queee estamos juntinhos

Me dá um abraaaço e um beijinho  



Escrito por Jessica às 15h17
[] [envie esta mensagem]




 

 

Alecrim

 

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado

 

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado

 

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo

É o alecrim

 

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo

É o alecrim  



Escrito por Jessica às 15h17
[] [envie esta mensagem]




 

Atirei o pau no gato


Atirei o pau no gatô-tô
Mas o gatô-tô

Não morreu-reu-reu
Dona Chicá-cá

Admirou-sê-sê
Do berrô, do berrô que o gato deu:

Miauuu!

Bão, balalão

 

 

Bão balalão

Senhor capitão

Espada na cinta

Ginete na mão

 

 

Borboletinha

 

Borboletinha,

Tá na cozinha,

Fazendo chocolate,

Para a madrinha.

 

Poti, poti,

Perna de pau,

Olho de vidro,

Nariz de pica-pau, pau, pau.

 

Borboletinha,

Tá no jardim,

Fazendo cambalhotas,

Só para mim.

 

Poti, poti,

Perna de pau,

Olho de vidro,

Nariz de pica-pau, pau, pau.

 



Escrito por Jessica às 15h16
[] [envie esta mensagem]





 Cai, Cai, Balão


Cai, cai, balão! Cai, cai, balão!
Na rua do sabão.
Não cai, não! Não cai, não! Não cai, não!
Cai aqui na minha mão!

 

Carneirinho – Carneirão

 

Carneirinho, carneirão,

neirão, neirão,

Olhai pro céu, olhai pro chão,

pro chão, pro chão.

Manda el-rei, nosso senhor,

senhor, senhor,

Para todos se ajoelharem.

 

Carneirinho, carneirão,

neirão, neirão,

Olhai pro céu, olhai pro chão,

pro chão, pro chão.

Manda el-rei, nosso senhor,

senhor, senhor,

Para todos se levantarem.  

 

 

Chapeuzinho vermelho

 

Pela estrada afora

Eu vou tão sozinha

Levar estes doces para a vovozinha

 

Ela mora longe

O caminho é deserto

E o lobo mal passeia aqui por perto

 

Eu sou o lobo mau, lobo mau, mau, mau,

Pego as criancinhas pra fazer mingau

 

Hoje estou contente

Vai haver festança

Quero um bom petisco

Para encher a minha pança

 

Eu sou o lobo mau, lobo mau, mau, mau,

Pego as criancinhas pra fazer mingau

 

Hoje estou contente

Vai haver festança

Quero um bom petisco

Para encher a minha pança



Escrito por Jessica às 15h16
[] [envie esta mensagem]




Ciranda, Cirandinha


Ciranda, Cirandinha,
vamos todos cirandar,
vamos dar a meia volta,
volta e meia vamos dar.
 
O anel que tu me destes,

era vidro e se quebrou,
o amor que tu me tinhas,
era pouco e se acabou.

 

Por isso menina

entre dentro desta roda,

diga um verso bem bonito,

Diga adeus e vá-se embora.

 

Todo mundo se admira

de macaca fazer renda,

eu já vi uma perua,

ser caixeira de uma venda.  

 

Criola, la

 

Cachorrinho está latindo

Lá no fundo do quintal

Cala a boca cachorrinho

Deixa o meu benzinho entrar

 

Criola, la

Criola, la, la, la

Criola, la

Não sou eu quem caio lá

 

Meu potinho de melado

Meu cestinho de cará

Quem quiser comer comigo

Fecha a porta e venha cá

 

Criola, la

Criola, la, la, la

Criola, la

Não sou eu quem caio lá

 

Atirei uma pedra n´água

De pesada foi ao fundo

E os peixinhos responderam

Sai pra lá seu sujo esmundo

 

Criola, la

Criola, la, la, la

Criola, la

Não sou eu quem caio lá  

 



Escrito por Jessica às 15h16
[] [envie esta mensagem]




Dizei, senhora viúva

 

Dizei, senhora viúva,

Com quem quereis se casar,

Se casar, se casar,

Se é com o filho do conde,

Se é com seu general,

General, general.

 

Dona aranha

 

Dona aranha

Subiu pela parede

Veio a chuva forte

E a derrubou

 

Já passou a chuva

E o sol já vem surgindo

E a dona aranha

Na parede vai subindo

 

Ela é teimosa

E desobediente

Sobe, sobe, sobe

Nunca está contente.  



Escrito por Jessica às 15h15
[] [envie esta mensagem]




 

Era uma casa

 

Era uma casa

muito engraçada,

não tinha teto,

não tinha nada.

Ninguém podia,

entrar nela não,

porque na casa,

não tinha chão.

Ninguém podia

dormir na rede,

porque na casa,

não tinha parede.

Ninguém podia

fazer pipi

porque penico,

não tinha ali.

Mas era feita

com muito esmero,

na Rua dos Bobos,

número zero.

                                                     

Escravos de Jô

 

Escravos de Jô

Jogavam caxangá.

Tira, bota

Deixa o Zamberê ficar.

Guerreiros com guerreiros

Fazem zigue, zigue, zá

Guerreiros com guerreiros

Fazem zigue, zigue, zá.  



Escrito por Jessica às 15h15
[] [envie esta mensagem]




Esta rua

 

 

Esta rua, esta rua tem um bosque,

que se chama, que se chama Solidão.

Dentro dele, dentro dele mora um anjo,

que roubou, que roubou meu coração.

 

Se roubei, se roubei teu coração,

é porque tu roubaste o meu também.

Se roubei, se roubei teu coração,

é porque, é porque te quero bem.

 

Se esta rua, se esta rua fosse minha,

Eu mandava, eu mandava ladriar,

Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante,

Para o meu, para o meu amor passar.  

 

 

Gata pintada

 

 

Gata pintada

Quem te pintou?

Foi uma velhinha

Que por aqui passou.

 

Em tempo de areia

Fazia poeira

Pega essa lagarta

Pela ponta da orelha  

 

Gatinha parda

 

Ah, minha gatinha parda

Que em janeiro me fugiu

Quem roubou minha gatinha

Você sabe? Você sabe?

Você viu?

 

Eu não vi a tal gatinha

Mas ouvi o seu miau

Quem roubou sua gatinha

Foi a bruxa, foi a bruxa

Picapau.

 



Escrito por Jessica às 15h15
[] [envie esta mensagem]




 

 

Indiozinhos

 

1,2,3 indiozinhos

4,5,6 indiozinho

7,8,9 indiozinhos

10 num pequeno bote.

 

Foram navegando pelo rio abaixo

Quando um jacaré se aproximou

E o pequeno bote dos indiozinhos

Quase, quase virou

 

(Repete: 1,2,3 indiozinhos...)  

 

Linda roseira

 

A mão direita tem uma roseira

A mão direita tem uma roseira

Que dá flor na primavera

Que dá flor na primavera

Entrai na roda, ó linda roseira

Entrai na roda, ó linda roseira

Abraçai a mais faceira

Abraçai a mais faceira

A mais faceira eu não abraço

A mais faceira eu não abraço

Abraço a boa companheira

Abraço a boa companheira  

 

 

Marcha soldado

 

 

Marcha soldado cabeça de papel

Se não marchar direito

Vai preso no quartel

 

O quartel pegou fogo

O bombeiro deu sinal

Acode, acode, acode,

A bandeira nacional  



Escrito por Jessica às 15h14
[] [envie esta mensagem]




O Caranguejo

Caranguejo não é peixe,

Caranguejo peixe é

Caranguejo só é Peixe

na enchente da maré.


Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!

Roda, roda, roda

Caranguejo peixe é


A mulher do Caranguejo

tinha um caranguejinho:

Deu no Ouro ,deu na Prata,

Ficou todo douradinho!


Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
façam roda minha gente

Caranguejo peixe é!


Fui a Espanha buscar o meu chapéu

Azul e branco da cor daquele Céu

Caranguejo só é peixe

na enchente da maré


Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
Dança Crioula que vem da Bahia,

Pega a criança joga na bacia.

 

Bacia que é de ouro lavada com sabão

Depois de areada enxugada com roupão

Roupão é de seda enfeitada com filó

Agora eu quero ver a ficar pra vovó.

 

(se a criança não conseguir um par na dança fica para "vovó")

(ai as demais crianças pedem a sua benção)

 

A nossa benção vovó

Roda, roda, cavalheiro

Caranguejo só é peixe

na enchente da maré.

 



Escrito por Jessica às 15h14
[] [envie esta mensagem]




O cravo e a rosa

 

O cravo brigou com a rosa

Debaixo de uma sacada

O cravo saiu ferido

A rosa, despetalada.

 

O cravo ficou doente

A rosa foi visitar

O cravo teve um desmaio

A rosa pôs-se a chorar

 

O cravo tem vinte anos

A rosa tem vinte e um

A diferença que existe

É que a rosa tem mais um

 

O sapo não lava o pé

 

O sapo não lava o pé

Não lava porque não quer

Ele mora lá na lagoa

Não lava o pé

Porque não quer

Mais que chulé!

 

Pai Francisco

 

Pai Francisco entrou na roda

Tocando seu violão,

Ba-lão, bão-bão, ba-lão, bão-bão

Vem de lá seu delegado,

E Pai Francisco foi pra prisão.

E como ele vem todo requebrado,

Parece um boneco desengonçado.

E como ele vem todo requebrado,

Parece um boneco desengonçado.  



Escrito por Jessica às 15h13
[] [envie esta mensagem]




Palma é palma é palma / Pé é pé é pé

 

Você gosta de mim ô fulana (diz o nome da pessoa que está dentro da roda)

Eu também de você ô fulana

Vou pedir a seu pai ô fulana

Para casar com você ô fulana

 

Se ele disser que sim ô fulana

Tratarei dos papéis ô fulana

Se ele disser que não ô fulana

Morrerei de paixão ô fulana

 

Palma é palma é palma ô fulana

Pé é pé é pé ô fulana

Roda é roda é roda ô fulana

Abraçarás quem quiser ô fulana 

 

(A pessoa abraça alguém que deverá vir para dentro da roda. Importante combinar antes da brincadeira que a mesma pessoa não poderá ser abraçada duas vezes e quem ainda não foi deverá ser abraçada trabalhando assim a socialização e afeto)

 

Perdi meu galinho

 

 

Há três noites eu não durmo, ô Lalá

Pois perdi o meu galinho, ô Lalá.

 

Pobrezinho, Lalá, coitadinho, Lalá,

Eu o perdi lá no jardim.

 

Ele é branco e amarelo, Lalá,

Tem a crista vermelhinha, Lalá.

 

Bate as asas, lalá, abre o bico, lalá,

Ele faz qui, ri, qui, qui...

 

(Adapt. de H. P. Vieira)

   

 

Pirulito que bate...bate

   

 

Pirulito que bate... bate

Pirulito que já bateu,

Quem gosta de mim é ela

Quem gosta dela sou eu.



Escrito por Jessica às 15h13
[] [envie esta mensagem]




Pombinha Branca

 

Pombinha branca,

Que está fazendo,

Lavando roupa,

Pro casamento.

 

Vou me lavar,

Vou me trocar,

Vou na janela,

Pra namorar.

 

Passou um homem,

de terno branco,

Chapéu de lado,

Meu namorado.

 

Mandei entrar,

Mandei sentar,

Cuspiu no chão,

Limpa aí seu porcalhão!

Tenha mais educação!  

 

Rebola, chuchu

 

 

Alface já nasceu

E a chuva quebrou o galho

Alface já nasceu

E a chuva quebrou o galho

 

Rebola, chuchu

Rebola chuchu

Rebola senão eu caio

Rebola chuchu

Rebola chuchu

Rebola senão eu caio

 

Se quiser aprender a dançar

Vá na casa do seu Juquinha

Se quiser aprender a dançar

Vá na casa do seu Juquinha

 

Ele pula, ele roda

Ele faz requebradinha

Ele pula, ele roda

Ele faz requebradinha  



Escrito por Jessica às 15h13
[] [envie esta mensagem]




Sambalê, lê

 

Sambalê, lê tá doente

Tá com a cabeça quebrada

Sambalê, lê precisava

É de umas boas palmadas

 

Samba, samba, samba ô lê, lê

Samba, samba, samba ô lá, lá

 

Olhe morena bonita

Como é que se namora

Põe-se um lencinho no bolso

Com as pontinhas de fora

 

Samba, samba, samba ô lê, lê

Samba, samba, samba ô lá, lá

 

 

Tanta Laranja Madura  

 

 

Tanta laranja madura menina, que cor são elas,

Elas são verde-amarela, vira (nome da menina) cor de canela, vira (nome da menina) cor de canela.

OBS: Cada vez que é dito o nome de uma participante (vira… cor de canela) esta ficará de costas para roda.

 

Terezinha de Jesus

 

 

Terezinha de Jesus

De uma queda foi ao chão

Acudiram três cavalheiros

Todos três chapéu na mão

 

O primeiro foi seu pai

O segundo seu irmão

O terceiro foi aquele

Que a Tereza deu a mão

 

Terezinha de Jesus

Levantou-se lá do chão

E sorrindo disse ao noivo

Eu te dou meu coração



Escrito por Jessica às 15h13
[] [envie esta mensagem]




BRINCADEIRAS ANTIGAS E CANTIGAS DE RODA

Tororó

Fui no Tororó

Beber água e não achei

Achei bela morena

Que no Tororó deixei

Aproveita minha gente

Que uma noite não é nada

Se não dormir agora

Dormirá de madrugada

Oh! Mariazinha

Oh! Mariazinha

Entrará na roda

Ficará sozinha

 

(Fulana responde):

 

Sozinha eu não fico

Nem hei de ficar

Porque tenho (fulana)

Para ser meu par

Deita aqui no meu colinho

Deita aqui no colo meu

E depois não vá dizer que você se arrependeu

   

 

Trem de ferro

 

O trem de ferro

Quando sai de Pernambuco

Vai fazendo fuco-fuco

Até chegar no Ceará

 

No Ceará

Um pouquinho de Coca-Cola

Um pouquinho de guaraná

Um macaco na escola

Aprendendo o be-a-bá

 

O be-a-bá

Você diz que dá que dá

Você diz que dá na bola

Na bola você não dá  



Escrito por Jessica às 15h12
[] [envie esta mensagem]




BRINCADEIRAS ANTIGAS E CANTIGAS DE RODA

 

   

Três, três passará

 

Três, três passará

Derradeiro ficará

Bom vaqueiro, bom vaqueiro

Dê licença de passar

Com meus filhos pequeninos

Para acabar de criar

 

Um, dois, feijão com arroz

 

Um, dois,

Feijão com arroz.

 

Três, quatro,

Tenho um prato.

 

Cinco, seis,

Pulo uma vez.

 

Sete, oito,

Como um biscoito.

 

Nove, dez,

Olho meus pés.  



Escrito por Jessica às 15h12
[] [envie esta mensagem]




“Dez bons motivos p/ fazer um planejamento”


I – Possibilita reflexão sobre o trabalho realizado no ano anterior na escola.
II – Possibilita a integração entre os professores, os que já estavam na escola com os que chegaram, pois sabemos que sempre há alguns professores novos.


III – Possibilita a análise dos dados do processo ensino e aprendizagem dos alunos, em que nível conceitual está, quanto já avançaram no seu desenvolvimento real, potencial e proximal.


IV – Possibilita a discussão coletiva e o conhecimento das ações desenvolvidas pelos diferentes professores, no ano anterior, é necessário que todos da escola discutam os objetivos que pretendem alcançar, permitindo assim o inicio do planejamento anual, que constituirá o ponto de partida que determina, justifica e da sentido à intervenção pedagógica.


V – Possibilita a construção compartilhada do planejamento, de todas as ações desenvolvidas na sala de aula, evitando assim a fragmentação dos objetivos e conteúdos, seja na educação infantil, nos ciclos do ensino fundamental ou no ensino médio.


VI – Possibilita compartilhar, discutir e analisar qual concepção de ensino e aprendizagem os professores trabalham, quais suas experiências, quais as experiências que foram produtivas e não produtivas para os alunos.


VII – Possibilita que a instituição se constitua como unidade educacional e que construa dinamicamente, com consciência um planejamento, no qual estão expressa as teorias e os saberes que sustentam a prática pedagógica dos professores.


VIII – O planejamento dá sentido às ações do dia-a-dia do professor, reduzindo assim o improviso, sua prática tem uma intencionalidade definida a partir dos objetivos que pretende alcançar.


IX – O professor tem a oportunidade de ser autor consciente de seu trabalho, saber por que está fazendo desta e não de outra forma.


X – O planejamento com os objetivos bem definidos a partir das capacidades que se pretende que os alunos desenvolvam, certamente reduzirá a as condutas contraditórias com os objetivos educacionais compartilhados e teremos melhores avanços no processo ensino-aprendizagem.


Para fazer um planejamento que atenda tanta diversidade é necessário que o professor faça uma profunda reflexão e mudança de sua prática e mudar é sempre muito difícil, não bastam bons cursos de formação, é muito complexo, Morin diz que “O ser humano tende a afastar tudo o que é complicado”, ele prega que se faça, com urgência, uma modificação nessa forma de pensar e conclui que “Só assim vamos compreender que a simplificação não exprime a unidade e a diversidade presente no todo”.

Perrenoud apresenta no seu livro Dez Competências Para Ensinar, alguns saberes para os professores:

· Trabalhar a partir das representações dos alunos.

· Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem.

· Conceber e administrar situações-problema ajustadas aos níveis e às possibilidades dos alunos.

· Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma abordagem formativa.

· Fornecer apoio integrado, trabalhar com alunos portadores de grandes dificuldades.

· Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver na criança a capacidade de auto-avaliação.

· Desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas simples de ensino mútuo.

 

Nestes exemplos mostramos que Perrenoud, faz uma abordagem por competências, e que, se bem planejadas e colocadas em prática na sala de aula.



Escrito por Jessica às 15h07
[] [envie esta mensagem]




PRÉ-ESCOLA

 

ADAPTAÇÃO

 

LEITURA DE HISTÓRIAS

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Cerca de uma hora.

 

Espaço

Biblioteca ou canto de leitura.

 

Material

Tapete e/ou almofadas e/ou tecido, livros com histórias que tenham relação com os sentimentos das crianças durante o período de adaptação.

 

Objetivos

Falar dos próprios sentimentos.

 

Preparação

Se a sua escola não tem uma biblioteca ou um canto de leitura, monte você mesmo o espaço em sua sala de aula. Providencie um tapete e almofadas para espalhar pelo chão e um pequeno acervo de livros.

 

Descrição

Reúna as crianças e leia histórias previamente escolhidas, de acordo com seu objetivo. Para falar de abandono, por exemplo, você pode contar João e Maria. Depois, se perceber que as crianças estão dispostas a falar, incentive-as a exprimir seus sentimentos.



Escrito por Jessica às 15h04
[] [envie esta mensagem]




SEXUALIDADE

 

BRINCADEIRA A CASA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Uma aula.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

A música A Casa, de Vinicius de Moraes.

 

Objetivo

Levar você a detectar indícios de que alguma criança esteja presenciando cenas fortes ou sofrendo abuso ou violência sexual.

 

Apresente a música de Vinicius de Moraes à turma, estimulando a garotada a cantar e discutir a letra (“Era uma casa muito engraçada / Não tinha teto não tinha nada / Ninguém podia entrar nela não / Porque na casa não tinha chão / Ninguém podia dormir na rede / Porque na casa não tinha parede / Ninguém podia fazer xixi / Porque pinico não tinha ali / Mas era feita com muito esmero / Na rua dos bobos, número zero”). Peça às crianças para contar como é a casa delas e perceba se elas contam que presenciam cenas de carícia íntima. Se for o caso, compartilhe com o coordenador pedagógico de sua escola para que os pais sejam chamados e orientados.



Escrito por Jessica às 15h03
[] [envie esta mensagem]




 

NATUREZA E SOCIEDADE

 

A MODA, ONTEM E HOJE

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

40 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Imagens de diferentes épocas mostrando a indumentária dos brasileiros.

 

Objetivos

Investigar o assunto moda no Brasil.

 

Descrição

Peça para as crianças organizarem as imagens por ordem cronológica, começando por aquelas que elas acreditam serem as mais velhas, até chegar as atuais. Observe o que elas conversam enquanto manuseiam as ilustrações. Pergunte por que acham que há diferenças de estilo no decorrer do tempo. A conversa pode chegar a questionamentos como: quem inventa formas de se vestir? De onde vêm as idéias para as roupas, estampas e adornos? Se a moda é uma forma de nos apresentarmos para o mundo, pergunte se podemos dizer que ela sempre existiu.



Escrito por Jessica às 15h03
[] [envie esta mensagem]




VIAGEM NO TEMPO

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

50 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Livros e revistas com imagens da moda brasileira; cópias ampliadas e em preto e branco de fotos 3x4 das crianças; molde de boneco de papelão; papéis, tesouras, canetas hidrográficas de diversas cores, lápis colorido e giz de cera; sacos plásticos ou caixas de sapatos.

 

Objetivo

Utilizar o desenho de observação no contexto das pesquisas.

 

Descrição

Cada criança faz um molde de boneco, recortando o papelão e cola a cópia de sua foto 3x4 no rosto do boneco. Depois, cria diversas roupas de papel para ele, tendo como referência os estilos de vestuários pesquisados nas atividades anteriores. Levar o que a turma produziu para fora de sala é uma forma de circular o conhecimento.



Escrito por Jessica às 15h03
[] [envie esta mensagem]




 

ENTREVISTAS SOBRE MODA

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

50 minutos a duas horas.

 

Espaço

Sala de aula e locais relacionados à moda, tais como brechós, ateliês, editoras, fábricas de tecidos, estamparias e bibliotecas especializadas no assunto.

 

Material

Gravador, fita cassete, pranchetas, lápis e papel (para anotação), máquina fotográfica ou câmera de vídeo.

 

Objetivos

Ampliar a noção de moda.

 

Descrição

Prepare com as crianças um roteiro do que querem saber. Escolha alguns lugares para visitar onde a turma poderá responder às questões levantadas. Conte um pouco sobre cada entrevistado e o lugar que será visitado. Reserve gravadores ou câmeras de vídeo para registrar o trabalho, que poderá ser revisto. Durante a conversa com os profissionais, ajude as crianças a seguir o roteiro feito e a aproveitar ao máximo as contribuições dos entrevistados. Após a visita, é interessante que a turma produza algum tipo de registro próprio. Os novos conhecimentos podem ser anotados em painéis informativos expostos em local acessível a toda a comunidade escolar.



Escrito por Jessica às 15h03
[] [envie esta mensagem]




MÚSICA

 

FINGIR DE ESTÁTUA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Uma aula.

 

Espaço

Sala de aula, pátio ou jardim.

 

Material

Um tocador de fitas ou de CDs e fitas ou CDs variados.

 

Objetivo

Trabalhar o contraste entre som e silêncio.

 

Descrição

Você fica no controle do aparelho de som. Enquanto a música toca, as crianças devem caminhar ou dançar – pode ser ou não no ritmo da música. Quando a música pára, elas também param imediatamente do jeito que estão e ficam sem se mexer até a música recomeçar.



Escrito por Jessica às 15h02
[] [envie esta mensagem]




MOVIMENTO

 

CIRCUITOS E PERCURSOS

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De 30 minutos a 1 hora.

 

Espaço

Sala de aula ou pátio.

 

Material

Pneus, caixotes, cordas, barbantes, bambolês, bancos, mesas, cadeiras, colchonetes, tocos de madeira, blocos de espuma ou papelão, panos grandes, túneis de pano.

 

Objetivos

Encontrar soluções corporais para os desafios propostos no percurso ou circuito; experimentar novas formas de deslocamento em espaços diferenciados (alongando-se, abaixando, arrastando, puxando, rolando, segurando, apoiando etc.); . aaaa desenvolver os aspectos motor, social e cognitivo.

 

Descrição

Você e as crianças organizam os diferentes materiais, montando o percurso em seqüência ou na forma de labirinto. Crie passagens secretas, trechos com larguras e alturas limitadas etc. Terminada a tarefa, as crianças começam a percorrer o percurso construído.



Escrito por Jessica às 15h02
[] [envie esta mensagem]




LINGUAGEM ESCRITA

 

TEXTOS INFORMATIVOS

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Uma vez por semana, durante quatro meses.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Diversos textos informativos sobre um tema de interesse das crianças, revistas e jornais velhos, cola, tesoura, lápis ou canetas e papéis.

 

Objetivo

Conhecer e escrever textos informativos; produzir oralmente com finalidade de escrita e comunicar aos colegas de escola e à comunidade informações adquiridas em estudo.

 

Descrição

Reúna a turma sentada em roda e leia diversos textos informativos sobre um assunto de interesse do grupo. Depois que as crianças já conhecerem várias coisas sobre o tema, serão capazes de selecionar figuras nas revistas e nos jornais velhos para compor o trabalho e de ditar (ou escrever, dependendo do que já sabem sobre a escrita) as informações que acham mais importantes.



Escrito por Jessica às 15h02
[] [envie esta mensagem]




NOMES EM JOGO

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

Diariamente

 

Espaço

Sala de aula

 

Material

Caça-palavras e Cruzadinha – folhas de caderno, caneta esferográfica e lápis; Forca – giz e quadro; Memória – Pedaços quadrados de papel-cartão com 6 centímetros de lado, caneta hidrográfica preta, lápis de cor ou fotos 3x4 de cada criança.

 

Objetivo

Ler e a escrever usando os nomes próprios por meio de jogos.

 

Descrição

Caça-palavras

Em uma folha de caderno, escreva com letra bastão maiúscula os nomes das crianças na horizontal e na vertical. Não vale colocar na diagonal e nem escrevê-las de trás para frente. Preencha os espaços em branco aleatoriamente com outras letras. Faça uma lista com os nomes que as crianças devem achar. Tire cópias suficientes para todos, distribua e peça para descobrirem os nomes no emaranhado de letras.

 

Cruzadinha

Calcule quantos espaços serão necessários para escrever o nome de um de seus alunos e desenhe em uma folha de caderno, na horizontal, os quadradinhos correspondentes. Por exemplo: para escrever Pedro, serão necessários cinco quadrados. Pense em outra criança que tenha no nome uma letra igual ao da primeira. Por exemplo, Daniela. Desenhe na vertical, a partir da letra “d” de Pedro, seis quadradinhos. Faça o mesmo com outros nomes. Numere cada seqüência no diagrama e, em uma coluna ao lado, indique os números e os nomes que você quer que as crianças escrevam nos quadrinhos. Vale também dar algumas características dos donos dos nomes conhecidas pelo grupo. Tire cópias e distribua.

 

Forca

Esse jogo deve ser feito coletivamente. Você pensa no nome de alguém da turma e desenha uma linha pontilhada com um número de traços correspondente ao de letras  desse nome. Ao lado, desenha uma forca. As crianças chutam quais letras podem compor o nome. Quando acertam, você põe a letra no lugar. Quando erram, você desenha uma parte do corpo de um boneco pendurado na forca. Quando ele estiver completo, significa que a classe perdeu e você ganhou. Quem adivinhar a palavra primeiro vai para o quadro propor um novo desafio.

 

Memória

Distribua dois cartões em branco para cada criança e peça que ela escreva o próprio nome em ambos. Se houver integrantes da turma que ainda não sabem escrever, dê um modelo para que copiem. Cada um escreve o próprio nome nos dois cartões e desenha um auto-retrato ou cola a própria foto em um dos cartões. Recolha os cartões, divida a classe em grupos e redistribua o material. Cada grupo deve receber os cartões com seus nomes. As crianças embaralham os cartões virados para baixo e escolhem quem inicia a partida. Cada jogador deve, na sua vez, localizar o par. Ganha quem terminar o jogo com mais pares descobertos.



Escrito por Jessica às 15h01
[] [envie esta mensagem]




LIMITES

 

UMA TRILHA DIFERENTE

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

30 minutos (somente para o jogo).

 

Espaço

Sala de aula ou pátio.

 

Material

Cartolina ou papel-cartão colorido e canetas hidrográficas de diversas cores (para a confecção do tabuleiro), dado, materiais diversos para a confecção dos pinos personalizados (massinha, EVA, espuma, cartolina, cortiça etc.), tesoura, cola e fita crepe.

 

Objetivo

Aprender a elaborar e respeitar regras que façam sentido para todos os integrantes do grupo.

 

Descrição

Apresente um jogo de trilha que sirva de modelo para as crianças. Discuta com elas que regras o novo jogo terá (por exemplo, em que ocasiões se pode pular duas casas, ficar uma vez sem jogar, voltar ao início, jogar o dado novamente etc.), qual o formato e o tamanho da trilha, as cores E a ordem das de casas, entre outros itens. Peça para todos escolherem de que etapa da construção do jogo participarão: recorte de cartolinas, elaboração das letras e números que integrarão cada casa, colagem dos materiais, construção do próprio pino com o material que desejar. Pronta a trilha e o pino de cada um, combina-se o critério para a ordem dos jogadores na partida, com base também nas sugestões da turma (ordem alfabética, valor do dado etc). O jogo inicia com a primeira criança jogando o dado e seguindo pelo tabuleiro com seu pino até a respectiva casa. A criança seguinte faz o mesmo e assim por diante. Quem chegar em primeiro lugar ao fim da trilha vence a partida.



Escrito por Jessica às 15h01
[] [envie esta mensagem]




DIVERSIDADE

 

DESFILE DE PENTEADOS

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Duas aulas.

 

Espaço

Sala de aula, pátio ou jardim.

 

Material

O livro As Tranças de Bintou (de Sylviane Diouf, Ed. Cosac Naify), pentes, escovas, laços, elásticos, tiaras, gel, água, piranhas, grampos, tinta spray de cabelo etc.

 

Objetivos

Trabalhar a auto-estima e perceber que há beleza em todos os tipos físicos.

 

Descrição

O livro As Tranças de Bintou conta a história de uma menina negra que queria crescer para poder usar tranças como suas parentes mais velhas. Leia a história de Bintou para as crianças e aproveite o gancho para propor a idéia do desfile de penteados. Nesta proposta, cada uma escolhe o penteado que tem vontade de fazer. As crianças devem ser estimuladas a trazer os materiais necessários e a comunidade pode ser convidada a participar da atividade ajudando com a mão-de-obra. Um cabeleireiro pode ser um convidado especial, por exemplo. Depois de feitos os penteados, as crianças desfilam exibindo suas produções para a turma.



Escrito por Jessica às 15h00
[] [envie esta mensagem]




JOGANDO PETECA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

Várias aulas.

 

Espaço

Sala de aula e pátio.

 

Material

Jornal, serragem, plástico, fita crepe ou fita adesiva, elástico e penas coloridas.

 

Objetivos

Desmitificar a imagem estereotipada do índio e perceber quanto da cultura indígena existe no cotidiano brasileiro.

 

Descrição

Na língua tupi, peteca significa estapear, golpear. A explicação do significado da palavra e a confecção das petecas (veja explicação abaixo) introduzem a aula sobre a cultura indígena brasileira. Enquanto as crianças fazem o brinquedo, você comenta hábitos indígenas incorporados à cultura brasileira. Um índio pode ser o convidado especial, para contar a história de seu povo e curiosidades sobre seus hábitos e costumes. Depois que as petecas estiverem prontas, leve a garotada ao pátio para brincar.

 

Como fazer a peteca:

A base pode ser uma bola de folhas de jornal amassadas e recheadas com serragem. Para que ela dure mais, encape com plástico. Antes de fechar, coloque algumas penas coloridas. Use elástico, fita adesiva ou fita crepe para amarrar a bola.



Escrito por Jessica às 15h00
[] [envie esta mensagem]




CANTOS

 

CANTO DA TECNOLOGIA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De 15 a 20 minutos por dupla ou trio.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Computador, softwares variados, impressora e papel.

 

Objetivos

Aprender a utilizar um computador, desenvolver a autonomia, a cooperação, a solidariedade e a linguagem oral e escrita.

 

Descrição

Comece apresentando o computador às crianças ou deixando quem já conhece a máquina falar. Ouça o que todos têm a dizer e responda às principais dúvidas do grupo. Em seguida, organize o tempo de uso do micro (por meio de rodízio, listas de usuários etc.). Explique os cuidados necessários para lidar com ele. Nas primeiras vezes, o ideal é organizar grupos pequenos. Como são as crianças que escolhem qual software querem usar, os materiais devem estar sempre à mão. O computador também pode funcionar como um banco de dados, com as informações do dia anterior armazenadas e acessadas pelas crianças com ou sem a sua ajuda. Essas ações facilitam a organização do trabalho do grupo. Os ajudantes do dia podem ser responsáveis por ligar o computador e digitar os lembretes para a próxima aula e a rotina do dia. Se possível, o ideal é imprimir esse material e distribuí-lo para todo o grupo. No fim da atividade, estimule as crianças a contar para os colegas o que aprenderam naquele dia.

 

 



Escrito por Jessica às 15h00
[] [envie esta mensagem]




AUTONOMIA

 

PÁTIO ARRUMADINHO

 

Idade

5 anos.

 

Tempo

30 minutos, duas vezes por semana, durante o ano todo.

 

Espaço

Sala de aula e pátio.

 

Material

Sacos de lixo, cestas e caixas.

 

Objetivos

Compartilhar a responsabilidade pelos espaços comuns, mover-se com autonomia e preservar o  espaço escolar.

 

Descrição

Convide as crianças a voltar para o pátio depois do recreio. Peça a elas para observarem como ficou o espaço, se há objetos fora do lugar e quais são, se há lixo jogado no chão etc. Volte para a sala e converse com a turma sobre o que foi visto. Discuta com o grupo a possibilidade de criar uma rotina para que o pátio esteja organizado e limpo no final de cada recreio. Proponha às crianças que formem pequenos grupos responsáveis pela manutenção do espaço depois de todos irem embora. Em seguida, a turma recolhe os objetos encontrados e os guarda em uma caixa de achados e perdidos que fica exposta na escola ou passa pelas salas contando o que encontraram e perguntando quem são os donos dos brinquedos perdidos. Nesse momento, eles contam aos colegas das outras salas sobre a preocupação com o espaço externo e aproveitam para compartilhar idéias para mantê-lo organizado e limpo. É importante que este seja um trabalho que se estenda pelo ano todo, pois os valores precisam de tempo para serem interiorizados.



Escrito por Jessica às 14h59
[] [envie esta mensagem]




CANTINHOS

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

No mínimo duas horas, duas vezes por semana, o ano todo.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Caixas de papelão, cola, tesoura, giz, barbante, papel, tinta, pincel, lápis de cor, fantasia, maquiagem, jogos, gibis etc.

 

Objetivos

Exercer a possibilidade de escolha e tomar decisões; aprender a planejar e refletir sobre as próprias escolhas; e formar critérios de escolha.

 

Descrição

Organize a sala em espaços com diferentes propostas, como: pintura, leitura, jogos de tabuleiro, faz-de-conta (com fantasias, maquiagem e utensílios), sucatas (com caixas de diferentes tamanhos, barbante, cola, giz, tecido, papéis variados). Converse com as crianças sobre as diferentes propostas organizadas na sala e pergunte a elas o que gostariam de fazer em cada um dos espaços montados. Escute o que elas falam. Você pode sugerir novas idéias ou pedir que outras crianças auxiliem o colega em seu planejamento. A seguir, proponha a elas usar os espaços colocando em prática tudo aquilo que imaginaram. Se achar que necessitam de ajuda para se organizarem nos diferentes espaços, proponha um rodízio ou avise que elas terão a oportunidade de explorar as diferentes oportunidades em outros dias. Deixe as crianças interagirem entre si e com os materiais dispostos. Aproveite para observar a iniciativa de cada uma. Com base em suas observações, faça intervenções individuais ou nos pequenos grupos auxiliando as crianças a colocar em prática seus desejos e idéias ou mesmo ajudando-as a resolverem conflitos.  Ao final do tempo previsto, convide todos a se sentar em roda e compartilhar com os colegas aquilo que fizeram, as dificuldades que encontraram, o que descobriram.

 



Escrito por Jessica às 14h59
[] [envie esta mensagem]




ARTES VISUAIS

 

DESENHO EM ESCALA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De 15 a 30 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Papéis, lápis preto, borracha, lápis de cor.

 

Objetivos

Refletir sobre a própria produção artística, organizando pontos, linhas e traçados no papel; e desenvolver visão espacial e noções de proporção.

 

Descrição

Peça às crianças que cada uma faça um desenho. O tema é livre. Com as produções prontas, proponha que copiem seus próprios desenhos em escala maior ou menor. Para isso, ensine a elas como ampliar ou reduzir utilizando um papel quadriculado.

 



Escrito por Jessica às 14h59
[] [envie esta mensagem]




ARTE DA OBSERVAÇÃO

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De 15 a 30 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Diferentes tipos de papéis, canetas ou tintas, reproduções de obras de artistas.

 

Objetivos

Desenvolver a percepção e a capacidade de representação de figuras, estimular a imaginação, a memória e a criatividade.

 

Descrição

Convide as crianças a criar uma obra de arte com base em um modelo. Pode ser a cena de um filme, uma paisagem, um objeto presente em sala de aula ou, mesmo, detalhes do próprio corpo, como o formato dos pés e das mãos, por exemplo. Destaque o fato de que a representação artística é diferente de uma foto; mostre exemplos de temas retratados de formas e em estilos bastante diferentes por vários artistas. Depois, exponha os trabalhos da turma num varal ou numa parede da sala de aula e converse com o grupo sobre o resultado final, destacando (e valorizando) as diferenças nas várias formas de ver e representar a realidade.

 

 



Escrito por Jessica às 14h58
[] [envie esta mensagem]




CANTINHOS DE BRINCADEIRA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De 1 a 2 horas.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Material

Indicado depois de conversa com os pais.

 

Objetivo

Adquirir segurança por meio da vivência do que já é conhecido.

 

Descrição

Pergunte aos pais das crianças quais são as brincadeiras de que elas mais gostam. Depois desse levantamento, agrupe as atividades que mais se assemelham às mencionadas em cantos distintos espalhados pela sala. Exemplo: num espaço, você pode colocar mesinhas com papéis e lápis para desenhar, deixando que se reúnam lá as crianças que gostam desse tipo de atividade. Em outro canto, agrupe carrinhos de brinquedo; no meio da sala, ponha bonecas. As crianças procurarão as atividades a que estão acostumadas em casa, sentindo-se seguras. Pode-se também, simultaneamente, apresentar uma nova atividade num outro lugar da sala.

 

 



Escrito por Jessica às 14h58
[] [envie esta mensagem]




FAZ-DE-CONTA

 

Idade

A partir de 4 anos.

 

Tempo

De uma a duas horas.

 

Espaço

Brinquedoteca ou sala de aula.

 

Material

Kits com objetos que alimentem o jogo simbólico. Exemplos de kits: carrinho de supermercado infantil com embalagens de alimentos ou produtos de higiene pessoal e limpeza, todos limpos; fantasias; maleta com ferramentas que imitem as utilizadas em oficinas mecânicas; caixa com utensílios de cozinha; bolsa com escovas e pentes de cabelo, potes de creme e xampu.

 

Objetivos

Brincar com os colegas e expressar os sentimentos quanto ao processo de adaptação por meio de diferentes papéis.

 

Descrição

Coloque os kits espalhados em diferentes pontos da sala. Deixe as crianças explorarem os kits, escolhendo livremente os papéis que pretendem desempenhar e os colegas com quem desejam brincar. Acompanhe atentamente o enredo das histórias criadas durante a brincadeira. Você pode perceber se elas expressam sentimentos relacionados ao período de adaptação e ajudá-las posteriormente, ao planejar outras atividades.



Escrito por Jessica às 14h57
[] [envie esta mensagem]




CRECHE

 

ADAPTAÇÃO

 

Tempo

30 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

A partir de 1 ano e meio.

 

Material

Cartolina ou papel-cartão, foto individual das crianças, caneta hidrográfica fina e plástico de fichário.

 

Objetivo

Conhecer o colega.

 

Preparação

Em pedaços de cartolina ou papel-cartão, escreva o nome de cada criança em letra bastão maiúscula e cole uma foto dela.

 

Descrição

Coloque todos os cartões sobre uma mesa ou no chão, com a foto e o nome virados para baixo. Uma criança por vez pega um cartão e entrega ao colega que aparece na foto. O professor diz então o nome da criança “descoberta” para estimular o reconhecimento dela pelo grupo. Outro modo de realizar a atividade é deixar os cartões espalhados sobre a mesa com a foto para cima. Peça para cada um pegar o seu cartão e colar no painel da chamada, uma espécie de sapateira com bolsos transparentes, que pode ser feito sobre uma base de papel-cartão. Varie essa atividade colocando a foto da criança com o animal de estimação, alguém da família, o brinquedo preferido etc. Como se trata de uma chamada, é possível repetir essa atividade diariamente, quando todas as crianças estiverem presentes, durante os primeiros meses do ano. Retome-a se um novo membro entrar no grupo.



Escrito por Jessica às 14h56
[] [envie esta mensagem]




INTERAÇÃO

 

BRINCADEIRA COM MASSINHA

 

Tempo

30 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

A partir de 1 ano.

 

Material

Massinha, feita com 1 xícara de farinha de trigo; 1/2 xícara de sal;1 colher (sobremesa) de óleo; 1 colher (sobremesa) de anilina de bolo e 1/2 xícara de água.

 

Objetivo

Favorecer a interação com o material e com o colega.

 

Preparação

Faça a massinha misturando todos os ingredientes em uma tigela. Amasse bem até que fique boa para modelar. Conserve-a em um saco plástico para reutilizar outras vezes.

 

Descrição

Divida a turma em grupos. Distribua as massinhas para que todos manipulem livremente, em mesas ou no chão. Observe se as crianças imitam a ação umas das outras. Em um segundo momento, sugira novas formas de manuseio e estimule a observação dos colegas, principalmente quando alguém criar uma nova maneira de usar o material. Você pode dizer, por exemplo: "Olha como o Henrique está apertando... A Sofia está fazendo uma cobrinha... vamos fazer também?".

 

 



Escrito por Jessica às 14h55
[] [envie esta mensagem]




IDENTIDADE

 

ESCONDEU, ACHOU

 

Tempo

40 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

De 1 a 3 anos.

 

Material

Panos coloridos e um espelho.

 

Objetivo

Trabalhar a memória, a antecipação, a percepção visual e a auditiva, princípios de distinção entre o “eu” e o “não eu”.

 

Descrição

Para realizar esta atividade, coloque as crianças em um espaço aconchegante (sobre colchonetes, por exemplo). Conduza a brincadeira de mostrar o rosto e encobri-lo com um pano. Depois de explorar bastante o esconde-esconde, entregue para os bebês os outros panos coloridos para que eles imitem a sua ação, estimulando-os com palavras. Uma variação desta atividade é colocar as crianças em frente ao espelho para que brinquem com a própria imagem. Esta proposta é importante nos primeiros anos de vida por estar relacionada à percepção do “eu”. Em frente ao espelho, a criança começa a reconhecer sua imagem e sua características físicas.

 



Escrito por Jessica às 14h55
[] [envie esta mensagem]




ARTES VISUAIS
 
ATELIÊ DE ARGILA

 

Tempo

De 20 a 25 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

Entre 2 e 3 anos.

 

Material

Argila, tigelas, palitinhos de sorvete, água e papéis diversos.

 

Objetivos

Conhecimento sensorial, percepção do próprio corpo, observação da transformação dos materiais, estímulo do tato e do olhar.

 

Descrição

Distribua diferentes tigelas entre as crianças. Enquanto isso, você pode contar uma história, falando de onde veio essa argila, lembrando da terra molhada, criando um cenário com rio, peixes, jacarés... Dê um pouco de argila para cada uma e ponha um pouco de água nas tigelas. Mostre como a argila molhada vai ficando mais lisa e escorregadia enquanto a água da tigela vai se tingindo e virando lama. Pegue o palitinho e dissolva completamente a argila na água, observando que ela fica semelhante a uma tinta. Estimule as crianças a passar essa tinta no papel, na mesa e no próprio corpo, formando desenhos.

 

 



Escrito por Jessica às 14h55
[] [envie esta mensagem]




ARTES VISUAIS

 

BRINCADEIRA DE MASSINHA

 

Tempo

De 10 a 20 minutos.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

De 1 a 3 anos.

 

Material

Farinha, água, anilina comestível, copos e forminhas com desenhos variados.

 

Objetivos

Experimentar as transformações e a plasticidade do material, observar diferenças de cores e texturas.

 

Preparação

Faça a massinha em sala de aula, com a participação das crianças, misturando todos os ingredientes em uma tigela. Elas podem colocar a anilina, observando a mistura da cor na massa branca. Amasse bem até que fique boa para modelar. Conserve-a em um saco plástico para reutilizar outras vezes.

 

Descrição

Estimule as crianças a manipular a massa livremente, com ou sem o auxílio das fôrmas.



Escrito por Jessica às 14h55
[] [envie esta mensagem]




 

UM NOVO JEITO DE OLHAR

 

Tempo

De 10 a 20 minutos por dia, numa seqüência de vários dias.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

De 1 a 3 anos.

 

Material

Folhas grandes de papel kraft, giz de cera grande ou lápis de cor grosso.

 

Objetivos

Desenhar em diferentes ângulos e posições corporais, desenvolver a coordenação motora (dependendo da posição do papel, a criança terá de se deitar, inclinar, ficar de pé etc.), estimular a espontaneidade e a criatividade.

 

Descrição

A cada dia, prenda a folha de papel em um local e uma posição diferentes: sobre a mesa, na horizontal; na parede, na vertical; sobre uma rampa inclinada; embaixo da mesa, obrigando as crianças a se arrastarem para desenhar. O papel deve ser grande e colocado em local de fácil movimentação para permitir a participação coletiva.

 



Escrito por Jessica às 14h54
[] [envie esta mensagem]




PERCEPÇÃO CORPORAL

 

Tempo

De 15 a 30 minutos.

 

Espaço

Sala ampla ou jardim.

 

Idade

A partir de 1 ano.

 

Material

Colchonetes ou tapetes de vinil para colocar sobre o chão ou o gramado.

 

Objetivos

Relaxar; estimular o sentido do tato e o autoconhecimento corporal; e descobrir o prazer no movimento.

 

Descrição

Estimule as crianças a deitar em diferentes posições para perceber partes do corpo. Faça perguntas como: o que está encostando no chão? Quem está sentindo a perna? Quem está com o braço todo apoiado?

 

FAZ-DE-CONTA

 

Tempo

1 hora.

 

Espaço

Sala de aula ou área aberta.

 

Idade

A partir de 2 anos.

 

Material

Fantasias diversas, roupas do cotidiano de crianças e adultos, panos e retalhos de diversos tamanhos, chapéus, perucas, adereços, fantoches, blocos de espuma e almofadas.

 

Objetivos

Canalizar a agressividade natural para a experiência lúdica.

 

Descrição

Estimule a brincadeira com figuras como um lobo ou um monstro. No faz-de-conta, a criança enfrenta aquilo que gera medo – sentimento muito ligado à agressividade. Os outros materiais podem ser usados para fazer cabanas ou muros para se proteger. Entre na brincadeira sempre que sentir a necessidade de interferir, como no momento em que perceber algum conflito. As crianças devem expressar o medo e a agressividade, sem se machucar ou bater no outro.



Escrito por Jessica às 14h54
[] [envie esta mensagem]




AGRESSIVIDADE

 

MASSAGEM COM BEXIGA

 

Tempo

10 minutos com cada criança.

 

Espaço

Sala de aula com colchonetes, berço ou trocador.

 

Idade

De 1 mês a 2 anos.

 

Material

Bexigas ou esponja macia e água.

 

Objetivos

Acalmar; desenvolver a consciência corporal; promover um sono tranqüilo; e estimular o vínculo afetivo entre educador e criança.

 

Descrição

Coloque um pouco de água em temperatura ambiente dentro de uma bexiga (não encher muito para não ficar pesada). Se o clima ajudar, deixe o bebê somente com a fralda em um local tranqüilo, com luz difusa e música suave. Passe a bexiga ou a esponja delicadamente pelo corpo dele, fazendo uma massagem suave com movimentos circulares.



Escrito por Jessica às 14h53
[] [envie esta mensagem]




CADÊ? ACHOU!

 

Tempo

Enquanto durar o interesse da turma.

 

Espaço

Sala de aula.

 

Idade

A partir de 1 ano e meio.

 

Material

Bambolê com faixas de tules de diversas cores (o comprimento das faixas deve ser o mesmo da altura do pé direito da sala).

 

Objetivo

Ajudar a criança a elaborar a ausência temporária da família.

 

Descrição

Pendure firmemente o bambolê no teto da sala de modo que as faixas cheguem ao chão. As crianças vão brincar de esconder atrás delas e entre elas, segurá-las para cobrir parte do corpo e esconder os colegas. Com isso, vão descobrindo que a ausência do outro é temporária e que eles sempre reaparecem.

 

 



Escrito por Jessica às 14h53
[] [envie esta mensagem]




Letramento: você Pratica?

 

Cyntia Santuchi Peixoto (FAFIA)
Eliane Bisi da Silva (FAFIA)
Ivan Batista da Silva (FAFIA)
Luciano Dutra Ferreira (FAFIA

 

O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito
abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes
de ler a palavra.
Até mesmo historicamente, os seres humanos primeiro mudaram o mundo,
depois revelaram o mundo e a seguir escreveram as palavras.

 

Não é novidade que o Brasil ainda enfrenta insistentemente o problema do analfabetismo, tanto
de crianças que saem da escola e de outros que não tiveram a oportunidade de se apropriarem do saber da leitura e escrita. É fato que o nosso país possui um número significativo de indivíduos que não adquiriram o saber necessário para atender às exigências de uma sociedade letrada.

De acordo com informações (MEC/INEP, 2001) cerca de 980.000 crianças na 4ª série do ensino fundamental não sabem ler, e mais de 1.600 são capazes de ler apenas frases simples. Recentemente, a Rede Globo, através do Programa semanal “Fantástico”, fez uma pesquisa intitulada “Provão do Fantástico” aplicado em 27 capitais brasileiras (somente em escolas públicas), e avaliou que mais da metade dos alunos não é capaz de responder a questões que requerem raciocínio e 60% só conseguem identificar informações muito simples.

Esses seriam apenas mais alguns dados para pessoas comuns, mas é algo extremamente alarmante para o educador.

É neste ponto que entra a grande questão da intervenção do educador e a inclusão da
prática geradora do letramento.

Letramento
onde, como e por que foi criado este termo?



O vocábulo é um tanto quanto fora do comum para muitos profissionais da área da educação e, principalmente, para os acadêmicos desse setor. Há alguns anos, pode-se dizer que menos de
vinte, esse vocábulo surgiu entre os lingüistas e estudiosos da língua portuguesa, e então passou
a ter veiculação no setor educacional.



Escrito por Jessica às 08h42
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

Constatou-se que uma das primeiras menções feitas deste termo ocorreu em no mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística (1986) por Mary A. Kato, segundo Magda Soares (2003: 15).
A mesma registra, nesta obra, que foram feitas buscas em dicionários da língua portuguesa
quanto ao significado da palavra, no dicionário Aurélio, por exemplo, nada foi encontrado, bem
como também, não foi encontrado o verbo “letrar”, porém, o Dicionário Contemporâneo da
Língua Portuguesa de Caldas Aulete, com edição constando de mais de um século, contém o
verbete com o simples significado de “escrita”. Ela ressalta, ainda, que no mesmo dicionário esse vocábulo é classificado como “antiquado”. Ora, logo, este termo caiu em desuso há bastante
tempo em nossa língua. Então, por que este termo tem sido utilizado agora com certa freqüência
nos campos educacionais e lingüísticos?

Devemos esclarecer que esse vocábulo não tem sido usado, atualmente, com a denotação supracitada. O Termo se originou de uma versão feita da palavra da língua inglesa “literacy”, com
a representação etimológica de estado, condição, ou qualidade de ser literate, e literate é definido como educado, especialmente, para ler e escrever.

Nos dicionários da língua portuguesa o termo alfabetizado diz respeito ao indivíduo que somente aprendeu a ler e escrever, não se diz que é o que adquiriu o estado ou condição de quem se
apossou da leitura e da escrita, e que responde de maneira satisfatória as demandas das práticas sociais. Ainda, ampliando a abrangência da alfabetização, podemos analisá-la à medida que esta reproduz a “formação social existente, ou como um conjunto de práticas culturais que promove
a mudança emancipadora” (DONALDO, 1990: 10).

Leda Verdiani Tfouni, em “Letramento e alfabetização” (1995), afirma que a alfabetização, por muitas vezes, está sendo mal entendida:

Há duas formas segundo as quais comumente se entende a alfabetização: ou como um processo
de aquisição individual de habilidades requeridas para a leitura e escrita, ou como um processo de representação de objetos diversos, de naturezas diferentes. O mal-entendido que parece estar na base da primeira perspectiva é que a alfabetização é algo que chega a um fim, e pode, portanto,
ser descrita sob a forma de objetivos instrucionais. Como processo que é parece-me antes que
o que caracteriza a alfabetização é a sua incompletude.

Com isso, fica subentendido, pelo aspecto sociointeracionista, que a alfabetização do individuo,
é algo que nunca será alcançado por completo, não há um ponto final. A realidade é que existe a extensão e a amplitude da alfabetização no educando, no que diz respeito às práticas sociais que envolvem a leitura e a escrita. Neste âmbito, muitos estudiosos discutem a necessidade de se transpor os rígidos conceitos estabelecidos sobre a alfabetização, e assim, considerá-la como a relação entre os educandos e o mundo, pois, este está em constante processo de transformação.
E o indivíduo para não ser atropelado e marginalizado pelas mudanças sociais deverá acompanhar, através da atualização individual, o processo que levará ao crescimento e desenvolvimento.
Não que o educando não tenha qualquer saber antes da alfabetização, pelo contrário, sabemos
que todo indivíduo possui, de alguma forma, níveis de conhecimento. E, isto, foi muito bem
discorrido por Paulo Freire:

O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra. Até mesmo historicamente, os seres humanos primeiro mudaram o mundo, depois revelaram o mundo e a seguir escreveram as palavras.

Esse é um ponto de suma importância para aqueles que pretendem despojar-se dos restritos, e incisivos, conceitos em que a alfabetização é estabelecida em termos mecânicos e funcionais


Escrito por Jessica às 08h41
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

Mas, afinal, por que e para que surgiu o que se denominou letramento?



Por todo o tempo em que já vivemos como uma sociedade grafocêntrica, têm-se conhecimento sobre a problemática da falta do saber ler e escrever. Com isso, gerou-se uma crescente preocupação em desenvolver um controle sobre essa questão, através de muitos estudos e ações com o objetivo de erradicar o problema, logo, foi preciso criar um termo e fazê-lo conhecido no campo da pesquisa, surgindo o “analfabetismo”. Mas, observou-se que para o estado / condição daquele que sabe ler e escrever, e, que responde de maneira ampla e satisfatória as demandas sociais fazendo uso de alguma maneira da leitura e escrita, ainda não havia uma denominação. Mais tarde, isso se fez necessário devido à constatação de uma nova situação: de que não basta apenas o saber ler e escrever, necessário é saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder às exigências de leitura e de escrita que a sociedade faz. Então, o nome letramento surgiu mediante a esta nova constatação.

Quando fatos “novos” são constatados, ou surgem novas idéias à respeito de fenômenos, depara-se com a necessidade de se criar novos vocábulos ou nomes para se tratar com determinados assuntos (SOARES, 2003). Ou seja, freqüentes mudanças sociais geram novas demandas sociais de uso da leitura e da escrita, logo, gerando novos termos específicos.

O letramento é um fenômeno de cunho social, e salienta as características sócio-históricas ao se adquirir um sistema de escrita por um grupo social. Ele é o resultado da ação de ensinar e/ou de aprender a ler e escrever, e denota estado ou condição em que um indivíduo ou sociedade obtém como resultado de ter-se “apoderado” de um sistema de grafia.

Letramento e alfabetização - onde está a diferença?


A alfabetização, como já mencionamos, se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo, ou grupo. Enquanto o letramento “focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade” (TFOUNI, 1995), e ainda, é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita. Um exemplo do que acabamos de mencionar (SOARES, 2003: 56-57):

Analfabetismo no primeiro mundo? (...) quando os jornais noticiam a preocupação com altos níveis
de ‘analfabetismo’ em países como os Estados Unidos, a França, a Inglaterra; surpreendente porque: como podem ter altos níveis de analfabetismo países em que a escolaridade básica é realmente obrigatória e, portanto, praticamente toda a população conclui o ensino fundamental
(que, nos países citados, tem duração maior que a do nosso ensino fundamental - 10 anos nos Estados Unidos e na França, 11 anos na Inglaterra). É que, quando a nossa mídia traduz para o português a preocupação desses países, traduz illiteracy (inglês) e illetrisme (francês) por analfabetismo. Na verdade, não existe analfabetismo nesses países, isto é, o número de pessoas
que não sabem ler ou escrever aproxima-se de zero; a preocupação, pois, não é com os níveis de analfabetismo, mas com os níveis de letramento, com a dificuldade que adultos e jovens revelam para fazer uso adequado da leitura e da escrita: sabem ler e escrever, mas enfrentam dificuldades para escrever um ofício, preencher um formulário, registrar a candidatura a um emprego - os
níveis de letramento é que são baixos.



Escrito por Jessica às 08h41
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

O exemplo acima são verificações feitas fora do Brasil, mas demonstra claramente as diferenças entre os dois processos acima citados, inclusive, as diferenças que há em avaliar níveis de letramento e níveis de alfabetização. Apesar da constatação de que os critérios de avaliação deles não se assemelham muito aos nossos quanto à alfabetização, é satisfatório saber também, que já existem mudanças consideráveis em nossos parâmetros, e, o que se observa é que isso tem gerado mudanças sociais e culturais, e por que não dizer, históricas?

Ainda quanto às diferenças entre letramento e alfabetização é necessário alertar que, estes dois processos estão diretamente ligados, contudo, devemos separá-los quanto ao seu abarcamento, devido as suas distinções já mencionadas anteriormente. Há verificações de que a concepção de alfabetização também reflete diretamente no processo de letramento. Por outro lado, o que também se observa é que, com freqüência, estes dois de maneira confusa têm sido fundidos como um só processo. Essa confusão implica no exercício de um e de outro. Pois, onde entra a alfabetização?
E o letramento? Ou, se trabalham os dois simultaneamente?

Se afirmamos que a alfabetização é algo que não tem um ponto final, então dizemos que ela tem
um continuum, e ainda, poderíamos dizer que este é o letramento. Com isto, acordamos que os dois processos andam de mãos dadas. Não queremos estabelecer uma ordem, ou seqüência, pois já defendemos que todo tipo de indivíduo possui algum grau de letramento, mesmo que seja mínimo.
O que pretendemos é incentivar o educador a fazer uso do conhecimento nato de mundo que o educando possui e sua relação com a língua escrita, assim ele poderá alfabetizar letrando.

Ao saber de algumas distinções básicas destes dois termos poderíamos, também, levantar questões sobre as desigualdades de alfabetizado para letrado. Uma nota no livro “Letramento: um tema em três gêneros” de Magda Soares (2003: 47) faz um apanhado, sobre o assunto, visto de uma maneira prática e real. O texto exemplifica como um adulto pode até ser analfabeto, contudo, pode ser letrado, ou seja, ele não aprendeu a ler e escrever, todavia, utiliza a escrita para escrever uma carta através de um outro indivíduo alfabetizado, um escriba, mas é necessário enfatizar que é o próprio analfabeto que dita o seu texto, logo, ele lança mão de todos os recursos necessários da língua para se comunicar, mesmo que tudo seja carregado de suas particularidades.

Ele demonstra com isso que conhece, de alguma forma, as estruturas e funções da escrita.
O mesmo faz quando pede para alguém ler alguma carta que recebeu, ou texto que contém informações importantes para ele: seja uma notícia em um jornal; itinerário de transportes; placas; sinalizações diversas. Este indivíduo é analfabeto, não possui a tecnologia da decodificação dos signos, mas, ele possui um certo grau de letramento devido a sua experiência de vida em uma sociedade que é atravessada pela escrita, logo, este é letrado, porém não com plenitude.



Escrito por Jessica às 08h40
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

Esse exemplo nos remete a outro, muito conhecido, que talvez não tenha sido percebido por quem assistiu, é a personagem de Fernanda Montenegro no filme “Central do Brasil” de Walter Salles, que fez uso de sua capacidade de ler e escrever uma profissão, a de “escriba”, já quase desconhecida, em que a personagem escrevia correspondências para pessoas analfabetas em
troca de dinheiro. Os indivíduos que a usavam como ferramenta para se envolver em uma prática social, a de se corresponder, mesmo que indiretamente, utilizavam os códigos da escrita.
E, de forma peculiar a sua condição eles demonstram possuir características de grupos letrados.

Ainda na nota de Magda Soares (2003: 47) eles também exemplificam o caso de uma criança que mesmo antes de estar em contato com a escolarização, e que não saiba ainda ler e escrever, porém, tem contato com livros, revistas, ouve histórias lidas por pessoas alfabetizadas, presencia a prática de leitura, ou de escrita, e a partir daí também se interessa por ler, mesmo que seja só encenação, criando seus próprios textos “lidos”, ela também pode ser considerada letrada.

E ainda, há casos de indivíduos com variados níveis de escolarização e alfabetização que
apresentam níveis baixíssimos de letramento, alguns “quase” nenhum. Estes, são capazes de ler
e escrever, contudo, não possuem habilidades para práticas que envolvem a leitura e a escrita: não lêem revistas, jornais, informativos, manuais de instrução, livros diversos, receita do médico, bulas de remédios, ou seja, apresentam grandes dificuldades para interpretar textos lidos, como também podem não ser capazes de sequer escrever uma carta ou bilhete. Todavia, gostaríamos de destacar que nessa nota acima mencionada diz também que esse tipo de indivíduo pode ser uma pessoa alfabetizada, mas não é letrada; neste ponto divergimos, por acreditarmos que a possibilidade
de uma pessoa possuir grau zero de letramento não exista, em se tratando deste viver em uma sociedade grafocêntrica.

Com tudo isso, há pelo menos uma constatação: existem diferentes tipos e níveis de letramento,
e estão eles ligados às necessidades e exigências de uma sociedade e de cada indivíduo no
seu meio social.

Sociedade letrada/iletrada - indivíduo letrado/iletrado



Há uma definição única e restrita quanto ao conceito de sociedade letrada/iletrada, bem como indivíduo letrado/iletrado?

Os dicionários da língua portuguesa definem os vocábulos letrado e iletrado, por exemplo, no dicionário Aurélio o verbete letrado é definido como “que ou quem é versado em letras; erudito”.
No entanto, iletrado “que ou quem não tem conhecimentos literários; analfabeto ou quase”. Mediante essas definições percebemos que esses adjetivos não tem relação com o sentido do letramento, pelo qual estamos tratando. Os termos que, normalmente, são abordados em trabalhos sobre o letramento não se assemelham ao dos dicionários, e ainda, também poderíamos considerá-los como novos vocábulos.

Vimos, anteriormente, que devemos analisar bem antes de aplicar o termo letrado, e
principalmente, iletrado. No nosso ponto de vista, que necessariamente, é o mesmo da autora,
do livro “Letramento e Alfabetização”, de Leda Verdiani Tfouni, o termo “iletrado”, bem como “iletramento” é impraticável, no que diz respeito à sociedades tecnologizadas.

Ela registra em sua obra algumas passagens de Ginszburg (1987), dentre elas a história de um homem que viveu no séc. XVI chamado Menocchio que foi perseguido, torturado, e condenado
à morte porque suas idéias foram consideradas ofensivas e cheias de heresias. Ele pertencia à
classe subalterna, mas sabia ler e escrever, o que não era muito comum naquela época.

Comenta a autora que Menochio não foi condenado apenas por saber ler e escrever, mas sim, porque fazia suas próprias interpretações dos textos bíblicos e da religião, como também particularizou a releitura dos mesmos textos com “materialismo elementar, instintivo, das gerações de camponeses”, foi isto o que fomentou uma sumária perseguição por parte da Inquisição.

Achavam eles que, só os eclesiásticos católicos detinham o poder de interpretação da Bíblia Sagrada. Ele, assim, foi considerado perigoso por que entendeu que quem tivesse a capacidade
de domínio e transmissão da cultura escrita teria o poder. A lingüista comenta que essa história demonstra como o termo “letrado” não pode ter um sentido único.



Escrito por Jessica às 08h40
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

A partir disso, é que a autora conclui e propõe que não deve ser usado o termo “iletrado”, para
dizer que um indivíduo não está num estado pleno de letramento. Afinal, não seria adequado a utilização do mesmo em uma sociedade considerada moderna e/ou industrializada, centrada na escrita, pois a possibilidade de existir indivíduos que não possuem nem um grau sequer de letramento é quase impossível. Por isso, acredita-se que é inconveniente afirmar que existe
“nível zero” de letramento, não há veracidade nessa afirmação. Então, o que se propõe é o uso
de termos próprios, do tipo: níveis ou graus de letramento. Levando assim, em consideração o que Paulo Freire muitas vezes insistiu em sua pedagogia “de que a leitura do mundo precede a leitura
da palavra”, e ainda, “o ato de aprender a ler e escrever deve começar a partir de uma
compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes
de ler a palavra”. Isso quer dizer que o indivíduo não é um depósito vazio e zerado antes da alfabetização, e ali, nós, educadores, estaremos enchendo-o com informações mecânicas e institucionais, através de uma escolarização. Ele já possui sua peculiar capacidade de leitura
dentro do seu contexto social para sobreviver em meio ao grupo em que vive. A alfabetização
com a prática do letramento, trará ao indivíduo capacidades, competências, habilidades diversas
para que este se envolva com as variadas demandas sociais de leitura e escrita.

O papel do educador no letramento como “professor-letrador”



Paulo Freire afirma que para o educador, o ato de aprender “é construir, reconstruir, constatar
para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco e à aventura do espírito”. Esta constatação
não está relacionada somente ao educando, pois sabemos que o educador tem que estar sempre adquirindo novos aprendizados, lançando-se a novos saberes, e isto, resulta em mudanças de
vários aspectos, como também, gera o enriquecimento tanto para o educador quanto para o educando, que com certeza lucrará com esse desenvolvimento. Então, necessário é que o educador atente-se para aquilo que é sumariamente importante na sua formação, ou seja, “o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática”, e, “quanto mais inquieta for uma pedagogia, mais crítica ela se tornará” (FREIRE, 1990). O mesmo afirma que a pedagogia se tornará crítica
se for investigativa e menos certa de certezas, pois o ato de educar não é uma doação de conhecimento do professor aos educandos, nem transmissão de idéias, mesmo que estas sejam consideradas muito boas. Ao contrário, é uma contribuição no “processo de humanização”.

Processo este de fundamental papel no exercício de educador que acredita na construção de
saberes e de conhecimentos para o desenvolvimento humano, e que para isso se torna um instrumento de cooperação para o crescimento dos seus educandos, levando-os a criar seus
próprios conceitos e conhecimento.

O profissional de educação deve ser capaz de fazer sua interferência na realidade, o que
certamente, gerará novos conhecimentos, e isto, é bem mais elevado do que simplesmente se enquadrar na mesma. Já mencionamos por várias vezes que o letramento é um fenômeno social; logo, essa intervenção que se faz necessária pode ser proporcionada por ele.

O letramento não está restrito ao sistema escolar, mas vamos neste trabalho nos ater nesse meio por considerar que cabe à escola, fundamentalmente, levar os seus educandos a um processo mais profundo nas práticas sociais que envolvem a leitura e a escrita. Saber ler e escrever um montante de palavras não é o bastante para capacitar o indivíduo para a leitura diversificada, neste ponto entendemos que surge a necessidade de se letrar os sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem.

Escrito por Jessica às 08h40
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

Para o educador se tornar um “professor-letrador” necessário se faz que, primeiramente, obtenha informações a respeito do tema, as suas dimensões e, sobretudo, a sua aplicação. Essa última é desenvolvida através de pesquisas e investigação, que geram subsídios-suportes.

Entretanto, medrar subsídios para educadores é uma tarefa difícil de ser exercida, pois sabemos
que alguns desses profissionais, num determinado momento, se colocam em uma posição quase inatingível, completos de suas certezas. Porém, se há mutações contínuas na sociedade contemporânea, e essas refletem em todos os setores, inclusive na escola, é lógico que a cristalização dos saberes do educador é um equívoco, pois o conhecimento nunca se completa,  ou se finda, e o letramento é um exemplo claro disso.

Reconhecidamente, enfatizamos a importância da aplicação, ou a prática do letramento por parte
do professor, e em análise, ainda não finalizada, destacamos alguns passos fundamentais para o desempenho do papel do “professor-letrador”:

1) investigar as práticas sociais que fazem parte do cotidiano do aluno, adequando-as à sala
de aula e aos conteúdos a serem trabalhados;

2) planejar suas ações visando ensinar para que serve a linguagem escrita e como o aluno
poderá utilizá-la;


3) desenvolver no aluno, através da leitura, interpretação e produção de diferentes gêneros
de textos, habilidades de leitura e escrita que funcionem dentro da sociedade;

4) incentivar o aluno a praticar socialmente a leitura e a escrita, de forma criativa, descobridora, crítica, autônoma e ativa, já que a linguagem é interação e, como tal, requer a participação transformadora dos sujeitos sociais que a utilizam;


5) recognição, por parte do professor, implicando assim o reconhecimento daquilo que o
educando já possui de conhecimento empírico, e respeitar, acima de tudo,
esse conhecimento;


6) não ser julgativo, mas desenvolver uma metodologia avaliativa com certa sensibilidade, atentando-se para a pluralidade de vozes, a variedade de discursos e
linguagens diferentes;


7) avaliar de forma individual, levando em consideração as peculiaridades de cada indivíduo;

8) trabalhar a percepção de seu próprio valor e promover a auto-estima e a alegria de
conviver e cooperar;


9) ativar mais do que o intelecto em um ambiente de aprendizagem, ser professor-aprendiz
tanto quanto os seus educandos; e


10) reconhecer a importância do letramento, e abandonar os métodos de aprendizado repetitivo, baseados na descontextualização.



Escrito por Jessica às 08h39
[] [envie esta mensagem]




LETRAMENTO

Contudo, as insuficiências do sistema escolar na formação de indivíduos absolutamente letrados
não sucedem somente pelo fato de o “professor não ser um representante pleno da cultura letrada, nem das falhas num currículo que não instrumentaliza o professor para o ensino”
(KLEIMAN, 1995: 47), pois essas falhas são mais enraizadas, porque são produtos do
modelo imposto pelo sistema padrão de ensino.

Quando nos dermos conta de que o processo natural de desenvolvimento do ser humano é massacrado pela escola, e por suas equivocadas práticas de ensino, seremos aptos a promover
o letramento.

Na intenção de compreender os caminhos percorridos (ou perdidos) para a transformação da escolarização, e analisando especificamente o recorte investigado neste trabalho, somos levados
a considerar a hipótese de que o despreparo e desinformação dos profissionais e, ainda, os acadêmicos da área de educação promovem a distância entre a assimilação prática e
conceitual do letramento.

De qualquer forma, o que nos interessa no âmbito a que nos propusemos neste trabalho, é de informar descritivamente sobre o letramento quanto a etimologia, o seu surgimento e as suas diversificadas práticas sociais. Como também o seu abarcamento, suas dimensões e o mais intrigante, como estar desenvolvendo-o na sala de aula, pois o preparo dos educadores proporcionará alterações no ensino / aprendizagem dos educandos e desenvolverá o letramento  de ambos os envolvidos. De certo, sabemos que o processo é lento devido a situação atual do sistema escolar e da formação profissional do professor, mas reais possibilidades têm-se  mostrado como verdadeiras mudanças educacionais.

Subsidiar seria uma pretensão, mas este trabalho visa dar um suporte para os educadores que desejam reconstruir suas propostas pedagógicas, informando-se para gerar conhecimento crítico
e analítico quanto às atividades do letramento versus a pedagogia mecânica e institucional por
tanto tempo praticada em nossas escolas. Pretende ainda, reformular e construir a compreensão acerca das bases teóricas da aprendizagem. Possibilitar a esses uma reflexão sobre a visão de mundo e de alfabetização, para que incorporem uma nova educação para crianças, jovens e adultos. Com isso, gerarão pessoas com capacidades múltiplas de interação com a sociedade, promovendo novas formas de relações no processo do letramento, pois esse abre caminho para o indivíduo estabelecer conhecimentos do mundo em que vive.

REFERÊNCIAS

 

FREIRE, Paulo; DONALDO, Macedo. Alfabetização: leitura da palavra leitura do mundo. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1990.

KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. 7ª ed. São Paulo: Ática, 1999.

KLEIMAN, Ângela B. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita.
Campinas: Mercado de Letras, 1995

SILVA, José Pereira da. Filologia é o estudo da língua na literatura. A visão de J. Mattoso Câmara Jr. In:
América Latina y lo Clásico. Santiago de Chile: Universidad Metropolitana de Ciencias de la Educación Facultad de Historia, Geografía y Letras, 2003, tomo II, p. 619-629.

SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2ªed. 6ª reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2004.



Escrito por Jessica às 08h37
[] [envie esta mensagem]




Projeto: “Borboletas”

 

Objetivos

 

O que se espera que os alunos aprendam:


1- Desenvolver a capacidade de ler textos informativos e poéticos.


2- Conhecer as etapas de transformação de uma lagarta em borboleta (metamorfose).


3- Usar a escrita e o desenho como recursos para organização sistemática de uma história e socialização dos conhecimentos adquiridos. (Produção de textos tendo o professor como mediador)


4- Colaborar com a preservação da fauna.

 


5- Valorizar o trabalho em grupo.

 

Formulação dos Problemas

 

Promover uma conversa sobre as borboletas, para saber o que os alunos sabem como nascem as borboletas.

Desenvolver a troca de conhecimentos entre os alunos, sensibilizando-os para o assunto e a importância da preservação da fauna.

 

Tempo da Atividade

 

De acordo com a turma.

 

Material

 

O que o professor deve garantir no decorre do projeto:


1- Selecionar, com antecedência, materiais sobre o assunto - textos, livros, enciclopédias, vídeos.


2- Levar para a sala de aula livros e histórias (especialmente sobre as borboletas) para os alunos consultarem e lerem sempre que preciso ou quando quiser.


3- Favorecer as iniciativas individuais e coletivas, acolhendo as idéias dos alunos e possibilitando que elas sejam colocadas em prática.


4- Garantir, sempre que possível, o trabalho em grupos, para que os alunos possam ser parceiros de fato, colocando em jogo os saberes individuais, tanto nas atividades de escrita como nas de leitura.

Sugestões de livros de poesias: A Arca de Noé, Vinícius de Moraes. A Lagarta e a Borboleta. Eunice Braido. FTD. Lili, a Borboleta. Erdna Perugine Nahum. Scipione. Pedro, de Bartolomeu Campos de Queirós. IBEP



Escrito por Jessica às 08h34
[] [envie esta mensagem]




PROJETO BORBOLETAS

 

Planejamento

 

1º Sensibilização

2º Concretização

3º Integração

4º Exposição

 

Temas Transversais

 

  • Ética e Cidadania: Atitudes de solidariedade, respeito,valores morais.
  • Meio Ambiente: A valorização e a proteção das diferentes formas de vida.

Execução

 

·         Sensibilização:

As borboletas encantam tanto as crianças quanto os adultos por ser um animal colorido e muito bonito. A escolha deste projeto permitirá um contexto de estudo e pesquisa onde professor e alunos ficarão envolvidos com a temática, permitindo às crianças conhecerem como é a metamorfose das borboletas, proporcionando um momento de descobertas significativas e prazerosas.

A confecção de um cinema com uma história criada pelos alunos será uma oportunidade onde os mesmos poderão sistematizar os conhecimentos adquiridos em classe e socializar com os seus colegas e familiares.


No projeto Borboletas os alunos junto com o professor, trabalharão com diferentes tipos de textos, imagens e outras fontes de pesquisa para a obtenção de informações sobre as borboletas e como elas nascem.



Escrito por Jessica às 08h34
[] [envie esta mensagem]




PROJETO BORBOLETAS

  • Concretização:

    1- Promover uma conversa sobre as borboletas, para saber o que os alunos sabem como nascem as borboletas.

2- Promover a troca de conhecimentos entre os alunos, sensibilizando-os para o assunto e a importância da preservação da fauna.

3- Trabalhar com a poesia As borboletas de Vinícius de Moraes.

4- Montagem da poesia que estará em tiras. (Em dupla)

5- Apresentar um vídeo que trate do assunto.

6- Desenho na tira do cinema das etapas da evolução da lagarta em borboleta.

7- Produção de texto do aluno (em dupla) sobre a metamorfose na tira do cinema. (escrita pelo professor)

8- Confecção do cinema em um pote de margarina de 200g.

9- Apresentação da história para os colegas da sala.

Produzir um cinema com uma história produzida pelos alunos sobre como nasce uma borboleta (metamorfose). Cada aluno terá o seu cinema para a exposição.

  • Integração

    O projeto será interdisciplinar envolvendo as disciplinas de língua portuguesa, ciências, artes e os temas transversais: meio ambiente e ética.
  • Exposição:

    Exposição dos cinemas no pátio da escola.

Conclusões e Aplicações

 

A escolha deste projeto permitirá um contexto de estudo e pesquisa onde professor e alunos ficarão envolvidos com a temática, permitindo as crianças conhecerem como é a metamorfose das borboletas, proporcionando um momento de descobertas significativas e prazerosas.

Autor

 

Profª Vanessa de Souza Rabelo


EMEF Constantino José Vieira

E-mail: vanessascuassante@hotmail.com

Cidade: Guarapari

Estado: Es

 

                                                                                               



Escrito por Jessica às 08h33
[] [envie esta mensagem]




Projeto Arca de Noé

Projeto desenvolvido pela turma do Infantil II - A

INTRODUÇÃO

Foram dois os fatores que contribuíram para a formação do projeto Arca de Noé. O interesse das crianças da sala do infantil 2 A por animais foi evidenciado logo no início, durante as rodas de conversa, a ida ao laboratório de biologia e pelas histórias que as crianças traziam de casa para serem contadas na sala. Partindo desse interesse, surgiu a idéia de trabalhar com algo que contribuísse para a formação das diversas áreas de desenvolvimento infantil, considerando também a teoria das inteligências múltiplas de Gardner, mas que não se perdesse da motivação do grupo, os animais. O trabalho de Vinícius de Moraes, a arca de Noé, suas músicas e poemas, foi, então, escolhido por ser um clássico infantil e compreender os objetivos desse projeto.

OBJETIVOS

O projeto Arca de Noé terá por objetivos:
        - Desenvolver a oralidade através das músicas e poemas;
        - Desenvolver o hábito pela leitura;
        - Relatar experiências diárias adotando vocabulário pertinente à faixa etária;
        - Ampliar vocabulário;
        - Utilizar-se do corpo para expressar diferentes formas de linguagens;
        - Contar fatos ou histórias que tenham começo, meio e fim;
        - Realizar colagens simples;
        - Identificar e nomear posições espaciais;
        - Confeccionar dobraduras e sucatas;
        - Reconhecer a importância dos animais e seu papel na natureza;
        - Preservar plantas e animais;
        - Conhecer os elementos da natureza;
        - Reconhecer que os seres vivos necessitam de cuidados para sua sobrevivência;
        - Expressar sua visão do mundo e da realid ade durante conversas e histórias;
        - Expressar-se por meio de desenhos e outras atividades artísticas;
        - Compreender a música e poesia como forma de linguagem, percebendo a utilização das rimas como importante recurso para a oralidade (conscientização fonológica).

METODOLOGIA E PROPOSTAS DE TRABALHO

Num primeiro momento pretendemos fazer uma pesquisa com as crianças perguntando se elas possuem animais de estimação em casa, ou qual seria seu animal preferido. Conversaremos durante a roda sobre esses animais e estaremos falando sobre o trabalho que será desenvolvido, o projeto Arca de Noé.
Através de uma história explicaremos para as crianças o que foi a arca de Noé, sem entrarmos na questão religiosa, e mostraremos o livro com os poemas e o CD, contendo as músicas sobre os animais. Também é necessário falarmos sobre o autor Vinícius de Moraes.
Serão escolhidos os poemas e músicas que tratam dos animais que as crianças possuem ou que mais estimam, e outros que contemplem a diversidade da classificação dos animais ( mamíferos, insetos, aves e peixes). Procuraremos explorar as características dos animais, suas funções e sua importância na natureza.
Confeccionaremos um livro com as crianças, onde teremos os poemas escritos e, em seguida, um trabalho artístico feito pela criança, onde ela expressará sua visão e entendimento do que foi trabalhado. Também serão feitos cartazes, sucatas e esculturas.
Ao estudarmos os animais procuraremos montar histórias, escrever textos em cartazes e explorar as músicas. Também serão feitas culinárias, práticas de laboratório e confecção de jogos pelas crianças.

CONTEÚDOS

        - Animais: classificação, características;
        - A importância dos animais na nossa alimentação;
        - Cuidados com o meio ambiente;
        - Germinação de flores e plantas;
        - Preservação de plantas e animais.
        - Músicas e poemas de Vinícius de Moraes de sua obra “Arca de Noé”.

ATIVIDADES

        - Culinária: omelete (O pato), bolo pão de mel (Abelhas), feijão com lingüiças
(Porquinho)
        - Prática de laboratório: germinação do girassol, observação de insetos, produção de mel.
        - Artes: A cachorrinha: dobradura
                O gato: desenho com colagem de algodão e lã
                Leão: Desenho com colagens das partes do animal
                Pato: Desenho com indício e guache
                A corujinha: sucata e desenho com indício
                Pingüim: desenho com anilina
                Borboletas: desenho com giz molhado
                Abelhas: desenho com cola colorida
                Formiga: desenho com dobradura e colagem de arroz
                Girassol: desenho com colagem de semente de girassol
                Casa: desenho com colagem de palito de sorvete e pintura a dedo
                Porquinho: sucata
        - Confecção de jogos: quebra-cabeça, memória.
        - Lição de casa ou pesquisa: sobre animais de estimação ou que mais gostam, recorte e colagem de figuras de animais, pesquisar se os pais se lembram de alguma música do disco “Arca de Noé”, etc.
        - Passeio: parque ecológico e/ou CDCC.


Escrito por Jessica às 08h28
[] [envie esta mensagem]




PROJETO ARCA DE NOÉ


AVALIAÇÃO

A avaliação será feita mediante acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos com as crianças.

PLANO DE AULA – PRÁTICA DE LABORATÓRIO
INFANTIL 2 A – PROFESSORA LETÍCIA

 

                                                                                              


    1. Título da aula: GIRASSOL
    2. Assunto a ser estudado: Germinação do Girassol
    3. Objetivos:
            - Compreender quais os elementos naturais necessários para a germinação do girassol;
            - Entender os cuidados necessários para o crescimento das flores e plantas;
            - Observar o ciclo de desenvolvimento da planta, desde sua germinação até o momento em que a planta cresce e morre (murcha ou seca);
            - Valorizar atitudes em favor da natureza, como cuidados com as flores e plantas, evitando arrancá-las.
    4. Recursos metodológicos adotados:
Esta prática de laboratório está vinculada ao projeto Arca de Noé. Estudaremos a música de Vinícius de Moraes – Girassol e aproveitaremos para observar sua germinação e crescimento.
Para darmos início a discussão será lançada a seguinte questão desencadeadora: O que as plantas ou flores precisam para crescer? Em seguida anotaremos as hipóteses das crianças na lousa. Conversaremos sobre os elementos que estaremos utilizando para a germinação do girassol, explicando a importância de cada um deles.
Os materiais que serão utilizados na prática são: potes para plantar, sementes de girassol, terra apropriada para a germinação e água. Colocaremos a importância do Sol para o crescimento das plantas e flores.
Após a germinação faremos um texto coletivo com as crianças em forma de cartaz que ficará exposto, a fim de verificarmos o conhecimento adquirido pelos alunos.
    5. Postura do professor: o professor terá o papel de problematizar, procurando identificar o que a criança traz de conhecimento sobre o assunto, valorizando-o e acrescentando o que for necessário dentro do conteúdo estudado. É importante que o professor faça um estudo prévio e que também aprenda com seus alunos.
    6. Participação do aluno: é de fundamental importância, pois a aula será feita com ele, e não somente para ele. As crianças serão questionadas a respeito do que sabem sobre o assunto, num momento de argumentação e exposição de idéias.
    7. Estratégia para verificar o conhecimento adquirido pelo aluno: elaboração de um texto coletivo em forma de cartaz, desenho sobre a prática de laboratório e lição de casa.

Projeto desenvolvido com a turma do Infantil 2 A
Professora Letícia Alvarez Yamaguchi de Moraes



Escrito por Jessica às 08h27
[] [envie esta mensagem]




Planejamento: a prática se torna mais rica quando você conhece bem as teorias e os conceitos da educação


1. Plano de trabalho: conhecer a turma para saber o que e como fazer


   Uma turma é sempre diferente da outra. Você sabe disso. E sabe também que, ao iniciar o trabalho com um novo grupo, é fundamental conhecê-lo bem. Só assim podem-se definir com clareza as melhores estratégias e os métodos e materiais a serem usados. É disso que trata o plano de trabalho. Baseado na proposta pedagógica da escola, ele deve também ser norteado pelo planejamento específico de cada série ou ciclo que varia de uma escola para outra. "O plano de trabalho trata das especificidades e demandas de cada turma", explica Maria Luisa Merino Xavier, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É importante, portanto, conversar com os professores da série anterior; descobrir se há alunos na turma com necessidades especiais; se existem, por exemplo, crianças de diversas culturas, etnias ou religiões; e pesquisar o histórico escolar de cada um. Entrevistas com os pais ou responsáveis também são úteis para saber com quem a criança mora, o que faz nas horas de lazer, se tem algum problema de saúde, de que brinquedos gosta e em que outras escolas estudou e como foram essas experiências. "É bom descobrir o que os pais pensam, o que esperam da escola e o que desejam para seus filhos", afirma Maria Luisa. Em sala, é hora de observar quem desenha bem, tem facilidade ou não para leitura, gosta de falar ou é mais tímido. Com tantas informações em mãos, você poderá elaborar estratégias adequadas para todo o grupo considerando as características de cada um. "O plano de trabalho não pode estar pronto nos primeiros dias de aula porque exige contato prévio com alunos e pais", afirma a professora. Além disso, é preciso levar em conta o seguinte: mesmo que você planeje suas aulas de acordo com os conteúdos a ser abordados, sempre haverá, ao longo do ano, a necessidade de mudar os rumos. Um dos motivos é atender às necessidades momentâneas dos alunos.

   De que adianta, por exemplo, seguir o roteiro sem abordar temas que todos vêem na TV, como as catástrofes naturais ocorridas ultimamente? "As aulas consistem em uma seleção pertinente para o momento, pois os conteúdos não se esgotam", diz Maria Luisa.



Escrito por Jessica às 08h24
[] [envie esta mensagem]




PLANEJAMENTO

2.Avaliação: acompanhar o aluno para traçar o melhor caminho


   A avaliação sempre deve estar a serviço do aluno. Isso significa que ela não tem como objetivo determinar as notas a ser enviadas à secretaria, mas acompanhar o caminho que o aluno faz, descobrir suas dificuldades e necessidades e alterar os rumos, se preciso. Ela é constante e pode ser feita durante trabalhos em grupo, jogos e brincadeiras. Só que o olhar do professor, nesses momentos coletivos, deve ser sempre para cada estudante. "Assim se observam os interesses e os avanços de todos na turma", revela Jussara Hoffmann, consultora em educação, de Porto Alegre. Ao pensar em avaliação, você pode lançar mão de atividades interativas em que existam o diálogo, a troca entre os alunos, a participação e a cooperação. Também é importante ter conversas individuais com os alunos, olhar o caderno e as produções, perguntar o que aprenderam e do que gostaram. O questionamento constante dá aos estudantes a oportunidade de aprofundar as suas respostas. Para que você aproveite tudo isso, o registro diário é fundamental. "A observação só se torna um instrumento válido quando é registrada. As anotações mostram em que as crianças se desenvolveram e em que elas ainda precisam avançar", afirma Jussara. Você pode ainda avaliar a produção de texto individual, as manifestações dos alunos sobre diversos assuntos ou sobre um mesmo tema, em vários momentos e as atividades menores, individuais e freqüentes, corrigidas imediatamente. É preciso garantir que o aluno possa expressar seu conhecimento de muitas maneiras (em músicas, textos, pinturas, fotos). Tudo isso contribui para a aprendizagem. O processo é semelhante a um percurso e seu papel não é esperar os alunos no final. Você acompanha a turma, ajudando a ultrapassar os obstáculos do caminho.

 

3. Contextualização: ela vai muito além da relação com o cotidiano

 

   Existe uma certa confusão sobre o significado do termo contextualizar. A primeira definição é a de que se trata de trazer o assunto para o cotidiano dos alunos. É também, mas não só isso. Muitos conceitos e conteúdos são contextualizados na própria disciplina. "Isso significa colocar o objeto de estudo dentro de um universo em que ele faça sentido", afirma Ruy Berger, consultor em educação, de Brasília. Imagine que você está dando uma aula sobre divisão celular. Os estudantes precisam saber o que é DNA para poder entender o processo. Portanto, o DNA passa a ser um objeto de estudo que faz sentido nesse conteúdo, que é a divisão das células. Esse é um exemplo de contextualização que não está necessariamente ligado à vida das crianças (o que não impede que o professor diga que o DNA faz com que elas se pareçam com os seus pais, por exemplo). Entendido isso, evitam-se situações forçadas, em que o professor se sente na obrigação de relacionar todo e qualquer conteúdo à vida dos alunos. Algumas vezes, aquilo que ele não consegue contextualizar acaba até sendo excluído do currículo o que prejudica, e muito, a aprendizagem da turma

Escrito por Jessica às 08h23
[] [envie esta mensagem]




PLANEJAMENTO

4. Objetivo: só depois que ele é definido, vêm o conteúdo e a metodologia


   Os objetivos que o professor deseja alcançar devem sempre preceder sua ação. O ideal é estabelecer primeiro um objetivo e, depois, um caminho para alcançá-lo o que inclui definir o conteúdo e a metodologia. "É preciso ficar atento para ver se a escola não está fazendo o contrário: definindo o caminho, que é passar um conteúdo preestabelecido, para depois pensar nos objetivos", alerta Danilo Gandin, especialista em planejamento da educação, de Porto Alegre. Segundo ele, muitas vezes os professores ficam presos à obrigação de trabalhar o currículo preestabelecido e, ao mesmo tempo, à necessidade de fixar objetivos, mesmo que eles não façam sentido. "Aparecem situações estranhas: enquanto o objetivo é desenvolver a consciência crítica, o conteúdo a ser passado é a crase", afirma. Obviamente o que domina a cena é a crase, que o professor pensa que tem de ensinar. O objetivo aparece apenas porque alguém disse que ele deveria estar lá. Para Gandin, é preciso pensar no que vai ser feito e para quê. Dois exemplos de objetivos que norteiam um trabalho: 1) realizar um estudo sobre a escravidão para aumentar a solidariedade e compreender mais profundamente o significado da liberdade; e 2) estudar a variação dos preços em dois supermercados para iniciar a compreensão do processo econômico no país. Esses objetivos, é bom lembrar, devem sempre estar alinhados com a proposta pedagógica da escola. Os conteúdos e a metodologia, portanto, são o caminho a ser trilhado com base no que se estabeleceu como meta.

 

5. Conhecimento prévio e interesse dos alunos: quem descobre é você


   Os conteúdos abordados em sala de aula devem, basicamente, contribuir para a formação de cidadãos conscientes, informados e capazes de melhorar a sociedade. Por isso, é muito comum os professores tentarem montar suas aulas tendo como centro do trabalho o interesse dos alunos. Dessa maneira, eles teriam mais elementos para refletir sobre o meio em que vivem e sobre o que os cerca. Essa prática, porém, nem sempre garante bons resultados. "Ocorre até o contrário. Ao dar importância somente ao que os estudantes já conhecem, muitas vezes os professores acabam caindo na superficialidade, presos a interesses imediatos", alerta Danilo Gandin. Segundo ele, como conseqüência, surge um currículo ditado pelas circunstâncias, que destaca acontecimentos pontuais e não um roteiro de trabalho construído com base na relação entre a proposta pedagógica e a realidade. "Essa questão só se resolve quando a equipe de cada escola define os grandes horizontes políticos e pedagógicos de seu trabalho e, confrontando esses grandes ideais com a realidade e com a prática, descobre as necessidades de seus alunos", conclui.

 

6. Trabalho Interdisciplinar: as matérias se unem e os alunos aprendem


   A interdisciplinaridade ocorre quando, ao tratar de um assunto dentro de uma disciplina, você lança mão dos conhecimentos de outra. Ao estudar a velocidade e as condições de multiplicação de um vírus, por exemplo, é possível falar de uma epidemia ocorrida no passado devido às precárias condições de saúde e higiene e à pobreza do local. Daí, é possível até explorar, em outros momentos, os aspectos políticos e econômicos que geraram tamanha pobreza. A interdisciplinaridade é, portanto, a articulação que existe entre as disciplinas para que o conhecimento do aluno seja global, e não fragmentado. É muito comum a idéia de que, ao utilizar um tema gerador, se garante a interdisciplinaridade. "Ela não se resume em escolher um tema e abordá-lo segundo a visão de duas ou mais disciplinas", afirma Ruy Berger. Ao estudar a questão dos índios, por exemplo, o professor de História fala sobre a colonização do Brasil, o de Língua Portuguesa trabalha as lendas indígenas e o de Matemática acaba propondo um problema sobre o índio: isso não garante a relação entre as disciplinas. O tema gerador pode ser um ponto de partida, mas não o centro do estudo e nem se alongar muito, para os alunos não se cansarem. Ao planejar, portanto, é importante levantar quais são as possibilidades de trabalhar de forma interdisciplinar ao longo do ano. Essas oportunidades podem ser criadas com base nas pesquisas dos alunos e do próprio professor ou em parceria com os colegas de outras disciplinas.



Escrito por Jessica às 08h23
[] [envie esta mensagem]




PLANEJAMENTO

7. Seqüência didática: uma série de aulas que desafia e ensina os alunos


   A seqüência didática é um conjunto de aulas planejadas para ensinar um determinado conteúdo sem ter um produto final. Sua duração varia de dias a semanas e você pode elaborar várias seqüências ao longo do ano, de acordo com o planejado ou com a necessidade dos alunos detectada pelo caminho. É possível, inclusive, aplicar essa modalidade ao mesmo tempo em disciplinas diferentes. "O princípio da seqüência didática é dar ao aluno desafios cada vez maiores para que ele se desenvolva", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (Cedac) e do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. Por exemplo: você quer que seus alunos aprendam o uso do "r" e do "rr". Primeiro observa o que eles já sabem a respeito e depois elabora uma série de aulas com várias atividades, jogos, questionamentos e muita reflexão, aumentando gradativamente a complexidade dos desafios propostos.  Com esse tipo de abordagem, os alunos vão, aos poucos, percebendo que não existem palavras que começam com "rr" ou que não se usa "rr" após o "s", por exemplo. A seqüência didática é indicada, ainda, quando se quer trabalhar o universo de um determinado autor. "Além de ler suas obras, as crianças verão nessas aulas o que o autor escreve, que livros já publicou e qual o seu estilo", diz Regina. Se a idéia é trabalhar as diferentes versões da história do Pinóquio, outra seqüência pode ser estabelecida: leitura feita pelo professor do original e de uma segunda versão, leitura e reescrita em grupos de trechos de outras versões e a exibição de um filme sobre o personagem. Trabalhando dessa forma, os conteúdos se distribuem de maneira intencional e mais consistente.

 

8. Temas transversais: o pano de fundo do trabalho da escola


   Temas transversais não são disciplinas, apenas permeiam todas elas. Se a escola decide abordar ética de maneira transversal, não pode estipular uma aula sobre o assunto uma vez por semana e esquecer dela no restante dos dias. "Esses temas precisam estar presentes em todas as disciplinas, o tempo todo, como pano de fundo do trabalho da escola", orienta Josca Baroukh, selecionadora do Prêmio Victor Civita. Segundo Josca, ao abordar os temas transversais, o professor leva os alunos a refletir para que eles tenham condições de construir conceitos, em vez de apenas coletar informações a respeito. "Caso contrário, é possível que os estudantes organizem uma coleta seletiva no bairro ou arrecadem alimentos para um asilo sem pensar no porquê de fazer aquilo", afirma. Se a escola propõe à garotada, por exemplo, mobilizar a população e a prefeitura da cidade para fazer um poço artesiano em benefício de uma comunidade que vive na seca, é preciso, antes da ação, uma reflexão profunda. O que é a seca? Que problemas ela traz? Um poço é a melhor solução para o momento? Há outras formas de contribuir? E, principalmente, por que devemos contribuir? Para Josca, não é apenas o conteúdo escolar que dá gancho a esse tipo de trabalho. "Uma notícia de jornal e até um conflito em sala de aula podem ser mote para reflexão. É um trabalho contínuo, que nem sempre depende do planejamento das aulas."



Escrito por Jessica às 08h23
[] [envie esta mensagem]




PLANEJAMENTO

9. Tempo didático: para não errar na dose, é preciso ter objetivos claros


   Muitas vezes é difícil definir quanto tempo será gasto para desenvolver um tema, uma atividade ou um projeto. Para não errar na medida, é fundamental ter em mente três pontos: o que você quer ensinar, como cada um de seus alunos aprende e como você irá acompanhar e avaliar o trabalho da garotada. "Se o tempo previsto der errado, é porque pelo menos um desses três itens não foi observado", afirma Regina Scarpa. Na prática, isso significa que você deve estabelecer, primeiramente, os objetivos e os conteúdos (seja para uma aula ou para um projeto mais longo). Depois, pensar nas atividades a ser desenvolvidas, baseando-se na maneira como seus alunos aprendem.  Então, considerar que é preciso tempo para avaliar, constantemente, a produção da garotada e, dessa forma, saber se será necessário estender a abordagem de um ou outro conteúdo, sobre o qual as crianças apresentaram dificuldades. "É possível prever o tempo de um projeto, apesar dessas variações no meio do caminho", diz Regina. Por isso, é importante planejar o encerramento com certa antecedência em relação ao fim do bimestre ou do semestre. Se algum aluno não aprender, haverá uma folga. "Não faz sentido o professor fazer a revisão dos textos ou ilustrar um trabalho no lugar dos alunos porque o tempo acabou e é hora de concluir o projeto", diz Regina.

 

Educação Infantil:o segredo é a autoconfiança do professor


   Ouve-se muito que o professor de creche e de pré-escola não pode ser autoritário e que deve se basear no interesse da turma. Mas o verdadeiro responsável pela definição dos temas e das atividades a ser desenvolvidas é ele mesmo. Deixar a cargo dos alunos essa escolha não é sinônimo de liberdade nem demonstra uma postura pedagógica avançada. "O professor precisa conhecer o modo como as crianças aprendem e como se desenvolvem e levar isso em conta na hora de planejar cada aula", afirma a selecionadora do Prêmio Victor Civita Regina Gomes Sodré. Segundo ela, deve-se compartilhar com as crianças algumas etapas do trabalho — pois isso também ensina a estudar e a planejar —, mas sem deixar que elas tomem todas as decisões. Na construção de uma maquete, por exemplo, vale uma conversa com os alunos sobre o material a ser utilizado e sobre o que será representado, além de fazer com eles um cronograma, que será utilizado ao longo do trabalho. Esta é a melhor maneira de envolver as crianças e garantir o interesse pela aula: escolher temas adequados à faixa etária, que sejam relevantes do ponto de vista cultural, estejam relacionados ao local em que a escola está inserida e sejam propostos de forma instigante.



Escrito por Jessica às 08h22
[] [envie esta mensagem]




MÃES MÁS

 

(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra) 

 

   “Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: - Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão”.

   -Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.

   -Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

-Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

   -Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

   -Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). 

  



Escrito por Jessica às 08h21
[] [envie esta mensagem]




MÃES MÁS

 

(Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra) 

 

   “Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes: - Eu amei-vos o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão”.

   -Eu amei-vos o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu amei-vos o suficiente para vos fazer pagar os rebuçados que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e vos fazer dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.

   -Eu amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o vosso quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

-Eu amei-vos o suficiente para vos deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

   -Eu amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

   -Mais do que tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). 

  



Escrito por Jessica às 08h20
[] [envie esta mensagem]




 

   Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E  qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má, os meus filhos vão lhes dizer:

  “Sim, a nossa mãe era má”. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

   Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.

   E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!

   Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.

Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar). 

   Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência.

   - Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

 

“FOI TUDO POR CAUSA DELA!”

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como a minha mãe foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:

NÃO HÁ MÃES MÁS SUFICIENTES



Escrito por Jessica às 08h20
[] [envie esta mensagem]




Orientações para o ensino da Língua Portuguesa

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL

Para que as expectativas de aprendizagem dos alunos em relação às PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL possam ser concretizadas, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas, tais como:

  • Rodas de conversa em que os alunos possam escutar e narrar fatos conhecidos e falar sobre assuntos estudados;
  • Rodas de leitura para contar histórias e combinar com os alunos momentos em que eles possam compartilhar os livros lidos;
  • Discussões que façam os alunos compreenderem e distinguirem as características da linguagem oral e da linguagem escrita;
  • Saraus literários para que os alunos possam narrar ou recontar histórias, declamar poesias, parlendas, trava-línguas;
  • Entrevistas, troca de correspondência etc em que os alunos possam elaborar e fazer perguntas;
  • Exposições, em que os alunos possam expor oralmente um tema, usando suporte escrito, tais como: cartazes, roteiro, para apoiar sua fala.

PRÁTICAS DE LEITURA

Para que as expectativas de aprendizagem dos alunos em relação às PRÁTICAS DE LEITURA possam ser concretizadas, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas, tais como:

  • Leitura diária para os alunos de contos, lendas, mitos, para ampliar o universo cultural;
  • Rodas de leitura em que os alunos possam compartilhar os livros e textos lidos;
  • Leitura (pelos alunos) de diferentes gêneros textuais em todos os anos do Ciclo, para ampliar o repertório dos alunos;
  • Seleção e oferta aos alunos de livros de boa qualidade literária;
  • Momentos em que os alunos tenham de ler histórias para que possam compreender a importância e a necessidade do preparo para ler em voz alta;
  • Situações em que os alunos consultem fontes de diferentes suportes (jornal, revista, enciclopédia) para aprender a buscar informações;
  • Escolha e oferta para a classe de jornais, revistas, textos informativos, como fontes de informação e como materiais de estudo e ampliação do conhecimento;
  • Leitura em que os alunos utilizem procedimentos adequados aos diferentes propósitos do leitor (ler rapidamente títulos e subtítulos até encontrar uma informação, selecionar uma informação precisa, ou ler minuciosamente para executar uma tarefa);
  • Leitura em que os alunos façam uso de indicadores (autor, gênero, assunto) para fazer antecipações, inferências e enriquecer as interpretações;
  • Leitura em que os alunos tenham que inferir o significado de uma palavra pelo contexto, do estabelecimento de relações com outros textos lidos e buscar no dicionário quando o significado exato da palavra for fundamental;
  • Situações em que os alunos, após a leitura de um texto, exponham o que compreenderam, compartilhem pontos de vista sobre os textos que leram sobre o assunto, façam relação com outros textos lidos e enriqueçam suas interpretações;
  • Leitura de textos com o propósito de ler para estudar, em que os alunos releiam para estabelecer relações entre o que esta lendo e o que já foi lido, resolver uma suposta contradição, utilizando anotações, grifos, resumos para entender melhor ou para recuperar informações.

PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA

Para que as expectativas de aprendizagem dos alunos em relação às PRÁTICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA possam ser concretizadas, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas, tais como:

  • Propostas de escrita ou reescrita de textos individual, em duplas ou grupos;
  • Assumir a posição de escriba nas situações em que os alunos produzem um texto oralmente com destino escrito;
  • Propostas de produção de textos definindo o leitor, o propósito e o gênero de acordo com a situação comunicativa;
  • Situações para ensinar procedimentos de escrita (planejar, redigir rascunhos, revisar e cuidar da apresentação);
  • Projetos didáticos ou seqüências didáticas em que os alunos produzam textos com propósitos sociais e tenham que revisar distintas versões até considerar o texto bem escrito, cuidando da apresentação final.


Escrito por Jessica às 17h41
[] [envie esta mensagem]




ORIENTAÇÕES PARA O ENSINO DA LINGUA PORTUGUESA

ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA

Para que as expectativas de aprendizagem dos alunos em relação à ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA possa ser concretizada, é necessário que o professor planeje e organize situações didáticas tais como:

  • Atividades de leitura e escrita em que os alunos aprendam o nome das letras do alfabeto, a seqüência das letras, a diferença entre a escrita e outras formas gráficas e convenções da escrita (orientação do alinhamento);
  • Apresentar a alfabeto completo, desde o início do ano, e organizar atividades de escrita em que os alunos façam uso de letras móveis;
  • Situações em que os alunos sejam colocados para escrever textos, cuja forma não sabem de memória, pois isso permite ao professor descobrir as idéias que orientam as escritas dos alunos, a fim de planejar boas intervenções e agrupamentos produtivos;
  • Atividades de reflexão sobre o sistema alfabético de escrita, por meio do trabalho com nomes próprios, rótulos conhecidos e outros materiais afixados nas paredes da classe (ou murais) da sala, como listas, calendários, cantigas, títulos das histórias, que serão lidas na semana, de forma que guiados pelo contexto os alunos antecipem o que está escrito e reflitam sobre as partes do escrito (quais letras, quantas e em que ordem usar);
  • Leitura, para alunos que não sabem ler convencionalmente, oferecendo textos conhecidos de memória, como parlendas, adivinhas, quadrinhas, canções, em que a tarefa do aluno é descobrir o que está escrito em cada parte, tendo a informação do que trata o texto (por exemplo, "Esta é a música PIRULITO QUE BATE-BATE..."), de forma que a tarefa de ler o obrigue a ajustar o falado ao que está escrito e fazer uso do conhecimento que possui sobre o sistema de escrita;
  • Situações em que os alunos tenham necessidade de fazer uso da ordem alfabética e algumas de suas aplicações sociais;
  • Atividades de revisão coletiva de textos (ou individual, dupla, grupo), em que os alunos se coloquem na perspectiva de leitor do texto para melhorá-lo (modificar, substituir partes do texto);
  • Atividades de análise de textos bem escritos, ajudando os alunos a observar atentamente, em textos bem elaborados de autores reconhecidos, como, por exemplo, o autor resolveu o problema dos diálogos, das repetições, como faz uso da pontuação;
  • Atividades de reflexão ortográfica (por exemplo, estabelecer com os alunos um combinado sobre as palavras em que não vale mais errar, listá-las e afixá-las de forma que possam consultá-las caso tenham dúvida, entre outras);
  • Sistematização e registro das descobertas dos alunos em relação às regras ortográficas;
  • Atividades que incentivem a discussão entre alunos para que possam levantar dúvidas e decidir como escrever uma palavra, por exemplo, "ditado interativo", leitura com focalização;
  • Atividades de uso do dicionário, de forma que os alunos, progressivamente, adquiram a rapidez necessária para consultá-lo e encontrar palavras;
  • Atividade de reflexão sobre o sistema de pontuação (por exemplo, oferecer texto escrito todo em letra de fôrma maiúscula, sem os brancos que indicam parágrafo ou travessão, apenas os espaços em branco, para os alunos discutirem e decidirem a pontuação).


BIBLIOGRAFIA

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental (1997) PCN: Língua Portuguesa, vol 4. Brasília : MEC/SEF

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental (2001) PROFA (Programa de Formação de Professores Alfabetizadores). Brasília : MEC/SEF.

BUENOS AIRES. SECRETARIA DE EDUCACIÓN. Actualización Curricular – EGB Lengua – Documento de Trabajo no 2, 1996. Buenos Aires : Dirección de Curriculum.

FERREIRO, E. Alfabetização, letramento e construção de unidades lingüísticas: Seminário Internacional de Leitura e Escrita – Letra e Vida.

KLEIMAN, A. B. Texto e Leitor. Campinas : Pontes/Unicamp, 1989.

LERNER, D. É Possível Ler na Escola? In D. Lerner. Ler e Escrever na Escola: O Real, o Possível e o Necessário. (E. Rosa, trad.). Porto Alegre : Artmed, 2002.

TEBEROSKY, A. (org). Contextos de Alfabetização Inicial. ARTEMED, 2004.
__________________. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Campinas : Editora da Unicamp. Petrópolis : Vozes, 1993.
WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo : Ática, 2000.

OBS.: 1 Não vamos discutir neste documento a concepção de alfabetização e de letramento, pois consideramos que esta discussão de cunho teórico não tem contribuído para que a escola avance e dê conta da tarefa de conseguir que todos alunos aprendam a ler e escrever.



Escrito por Jessica às 17h41
[] [envie esta mensagem]




EDUCAÇÃO INFANTIL I - MINHA CASA

Vamos brincar de casinha? Peça com antecedência brinquedos para compor sua casinha: xicarazinhas, panelinhas, cadeirinhas, etc...

Proponha a brincadeira e permita que as crianças determinem seus papéis: papai, mamãe, filhos, avós...

É interessante propiciar aos alunos um "baú" de fantasias e/ou roupas e acessórios para que caracterizem seu personagem escolhido. As crianças poderão "construir" a casa com caixas de papelão ou lençóis. No interior da construção, poderão dividi- la em cômodos, mesmo que oralmente.

- Onde fica o quarto?

- E a cozinha?...

Converse com a turma sobre diferentes tipos de casas: ocas, iglús, barracos, casas de madeira, de tijolos...

Como curiosidade entre no site: Minerva - 3 porquinhos

e mostre a história dos 3 porquinhos, enfatizando o tipo de construção de cada moradia. Explore a oralidade, fazendo seus alunos relatarem como são suas casas, qual é o cômodo em que mais gostam de ficar, quantas pessoas moram lá, etc.

Entre no site Iguinho e clique na opção minha casa. O Iguinho mostrará o mapa de sua casa de cachorro. Uma graça!

Clicando em cada cômodo, você visualizará seu interior. Faça as relações da casa do Iguinho com as casas das crianças. Em sala, faça a luva-fantoche da história dos 3 Porquinhos. Peça uma luva velha para cada criança e dê cinco bolas de isopor (uma para cada dedo) em cada bola, os alunos desenharão com canetinha hidrocor os personagens da história: Lobo Mau, Porquinho Prático, P. Heitor, P. Cícero, Lobo Mau disfarçado de Cordeiro

Distribua retalhos de papel colorido, lã e cola para as crianças incrementarem seus personagens. Cole as bolas na luva com cola quente ou costure-as. Monte um minipalco, que poderá ser uma cadeira com um cobertor em cima, para que as crianças fiquem atrás, mostrando apenas a "mão" que irá contar a história. Bom trabalho!


                                                                                 



Escrito por Jessica às 16h21
[] [envie esta mensagem]




EDUCAÇÃO INFANTIL I - ANIMAIS

Este tema é rico e envolvente, possibilitando que você fale sobre os animais grandes e os animais pequenos, além de sua locomoção e hábitat.
Se possível, faça uma visita ao zoológico da cidade para que as crianças verifiquem ao vivo o tamanho dos animais. É interessante tirar fotos para registro. Ressalte para os alunos que alguns animais não podem viver perto de nós, pois são ferozes e selvagens. Outros podem até morar conosco. Fale sobre animais selvagens e animais da fazenda.
- Cuidados necessários
- Importância das vacinas
- Visitas periódicas ao veterinário
- Banhos
- Alimentação adequada
- Animais companheiros do homem

Faça uma visita a um aviário, onde os alunos poderão observar animais domésticos. Monte um mural sobre o seguinte tema: Que tipo de animal podemos ter em casa?
No site Kadike você encontrará as opções: Animais da fazenda - aves / Animais da fazenda / Animais da selva.
Os sites possibilitam que você imprima as figuras, permitindo que as crianças montem a fazenda (tem até cerquinha) ou a selva. Uma graça!
Outro site interessante é o Duende, em que você pode clicar em voz dos bichos, fazenda ou bichos da selva.


                                                                       



Escrito por Jessica às 16h16
[] [envie esta mensagem]




EDUCAÇÃO INFANTIL I - EU E MINHA FAMÍLIA

Ao iniciar este conteúdo, saliente o papel da família, considerando-a como parceira na interação entre a escola e as crianças.
Converse com as crianças sobre o respeito, o amor e a compreensão, que são sentimentos que devem existir tanto na escola como em casa.
As atividades de rotina, são propícias se abordar a formação destes valores: esperar a sua vez para falar, não empurrar o colega, brincar com todos os amigos, etc...
Fale sobre a escolha dos nomes das crianças, feita geralmente por seus pais, e quais os motivos que os levaram a fazer esta escolha como:
- homenagem a uma pessoa (nome igual ao do avô);
- qualidades (linda, bela, altiva)
- motivos religiosos (Nomes santos como: José, Maria, Jesus)

No site Guia do bebê, você poderá encontrar alguns nomes criativos para seus alunos. Alguns são bem divertidos! Eles irão adorar!

Faça a brincadeira dos nomes em sala de aula.
Com os alunos sentados em círculo, você ensinará a canção a seguir:

Melodia ciranda - cirandinha

Quer ver __RENATO___ ficar feliz?
É por o dedo no nariz!
Quer ver ___RENATO___ dar um gritinho?
É por o dedo no seu umbiguinho!

Ao tocar o umbigo da criança, ela gritará.
Faça, em seguida, o "molde" das crianças. Deite-os no chão em uma folha de jornal. Peça para que os colegas o contornem os dedos. Em seguida, passe giz-de-cera no contorno de cada criança, recorte-o e deixe que cada um faça o seu rosto, o seu corpo, etc...

Para trabalhar os conteúdo da família, você pode também brincar de casinha com seus alunos e orientá-los a refletir sobre cada membro e respectivas funções de cada um deles.

                                                                       



Escrito por Jessica às 16h05
[] [envie esta mensagem]




EDUCAÇÃO INFANTIL I - MEU CORPO

Inicie esta atividade cantando a canção a seguir, muito conhecida pelas crianças:
"Cabeça, ombro, joelho e pé, joelho e pé (BIS)
Olhos, ouvidos, boca e nariz
Cabeça, ombro, joelho e pé (BIS)"

Preferencialmente, cante com a turma em frente a um espelho, para que eles localizem e visualizem partes do corpo contidas na letra da música.
Converse com a turma sobre as partes do corpo e para que elas servem. Fale sobre a importância dos exercícios físicos, em diferentes situações do dia-a-dia. Peça para que os alunos montem um grande boneco de massinha. Eles deverão nomear as partes do corpo e contar a quantidade de cada parte dele. Exemplos:

01 - pescoço, cabeça, boca, barriga, umbigo
02- orelhas, narinas, olhos, pés, mãos
03 - ossos das mãos (falanges)
04 - membros (dois superiores, dois inferiores)
05 - dedos das mãos, dedos dos pés, unhas
10 - dedos das mãos e dos pés
mais de 10 - dentes, fios de cabelo

Explore mais o boneco. Assim, os alunos perceberão possibilidades da matemática.
· Quais partes do corpo são mais curtas ou mais compridas?
· Quais são mais grossas ou mais finas?
· Quais são mais largas ou mais estreitas?
· Qual parte do corpo é parecida com a esfera? E com o cilindro?

Fale sobre a importância da higiene do corporal e sobre os cuidados necessários para mantê-lo saudável. Comente sobre algumas coisas de que não gostamos de fazer, mas que são importantes para a manutenção de nossa saúde.
Discuta sobre o fio dental e demais objetos utilizados na higiene bucal e corporal.
Leve as crianças ao banheiro e, se possível, demonstre com usar racionalmente os produtos de limpeza, o papel higiênico, a água, etc...


Entre no site Canal Kids e realize faça a brincadeira proposta, trocando as roupas dos bonecos.
Em seguida, represente a forma de banhar-se.
Distribua uma folha de revista para cada um amassar, a qual representará o sabonete. Você indicará gestos: lavar a cabeça, a barriga, o joelho, o bumbum, etc.

                                                                      



Escrito por Jessica às 16h02
[] [envie esta mensagem]




MINISTRO DA EDUCAÇÃO ANUNCIA MUDANÇAS NO BRASIL ALFABETIZADO

  

  A alfabetização de jovens e adultos será feita, a partir de agora, por professores das redes públicas estaduais e municipais da educação básica e não mais por alfabetizadores leigos. A mudança no programa Brasil Alfabetizado foi anunciada na última quinta-feira, 11, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, em Natal (RN), aos nove governadores do Nordeste. O ministro também adiantou que os recursos do Brasil Alfabetizado em 2007 serão de R$ 300 milhões. Em 2006, foram R$ 200 milhões aplicados.

  A medida, explicou Haddad, visa a atacar a ineficiência da alfabetização revelada nas amostras anuais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde a criação do programa. O ingresso de professores das redes públicas é uma tentativa de melhorar os índices de aprendizado de jovens e adultos. O Nordeste, disse o ministro, apresenta 17,4% de analfabetos, quase o dobro da taxa nacional, e exige medidas práticas para reverter o quadro.

  Para incentivar os municípios a investir na alfabetização de jovens e adultos, Fernando Haddad disse que o governo federal vai criar dois selos: Cidade Livre do Analfabetismo, destinado às cidades que, no Censo Demográfico de 2010, confrontados com os dados colhidos pelo IBGE em 2001, apresentarem taxa de analfabetismo inferior a 3%; e o Cidade Alfabetizadora, para a cidade que, em 2010, em relação ao censo de 2001, tenha reduzido o analfabetismo em 50%.



Escrito por Jessica às 12h50
[] [envie esta mensagem]