![]() Nome:...Jessica Walter Idade:...31... Cidade:...Belo Horizonte... Gosto:...Dar aula e dançar Flamenco... Odeio:...Falta de solidariedade... Filmes:...Volver... Músicas:...Tanto mar... Estamos pagando um preço muito alto pelo descaso com a educação e aprendendo da pior maneira possível a diferença entre criar e educar. Nossas crianças estão perdidas, sem parâmetros de certo e errado, sem consciência de sua missão na vida. É hora de abandonar a atitude de impotência e trilhar um novo/velho caminho - a educação pautada por valores universais! MARIO SERGIO CORTELLA NÓS,HUMANOS E HUMANAS,SOMOS PORTADORES DE UM "DEFEITO" NATURAL QUE ACABA POR SER TORNAR NOSSA MAIOR VANTAGEM:NÃO NASCEMOS SABENDO! POR ISSO,DO NASCIMENTO AO FINAL DA EXISTÊNCIA INDIVIDUAL,APRENDEMOS E (ENSINAMOS)SEM PARAR;O QUE CARACTERIZA UM SER HUMANO É A CAPACIDADE DE INVENTAR,CRIAR,INOVAR E ISSO É O RESULTADO DO FATO DE NÃO NASCERMOS JÁ PRONTOS E ACABADOS.APRENDER SEMPRE É O QUE MAIS IMPEDE QUE NOS TORNEMOS PRISIONEIROS DE SITUAÇÕES QUE,POR SEREM INÉDITAS NÃO SABERÍAMOS ENFRENTAR. AQUELES ENTRE NÓS QUE IMAGINAREM QUE NADA MAIS PRECISAM APRENDER OU,PIOR AINDA,NÃO TEM MAIS IDADE PARA APRENDER,ESTÃO-SE ENCLAUSURANDO DENTRO DE UM LIMITE QUE DESUMANIZA E,AO MESMO TEMPO,TORNA FRÁGIL A PRINCIPAL HABILIDADE HUMANA:A AUDÁCIA DE ESCAPAR DAQUILO QUE PARECE NÃO TER SAÍDA. A EDUCAÇÃO É VIGOROSA QUANDO DÁ SENTIDO GRUPAL ÀS AÇÕES INDIVIDUAIS,ISTO É, QUANDO SE COLOCA À SERVIÇO DAS FINALIDADES E INTENÇÕES DE UM GRUPO OU UMA SOCIEDADE;UMA EDUCAÇÃO QUE SIRVA APENAS AO ÂMBITO INDIVIDUAL PERDE IMPULSO NA ESTRUTURAÇÃO DA VIDA COLETIVA,POIS,AFINAL DE CONTAS,SER HUMANO É SER JUNTO,E , AQUILO QUE APRENDEMOS E ENSINAMOS TEM DE TER COMO META PRINCIAPAL TORNAR A COMUNIDADE NA QUAL VIVEMOS MAIS APTA E FORTALECIDA. COMPETÊNCIA É NOS TEMPOS ATUAIS,UMA CONDIÇÃO COLETIVA;ATÉ ALGUM TEMPO ATRÁS,A COMPETÊNCIA ERA ENTENDIDA COM ALGO INDIVIDUAL,A TAL PONTO QUE SE FALAVA QUE " A MINHA COMPETÊNCIA ACABA QUANDO COMEÇA A DO OUTRO";EM OUTRAS PALAVRAS,EM UM GRUPO,EQUIPE OU ORGANUZAÇÃO,SE ALGUÉM PERDE OU DIMINUI A SUA COMPETÊNCIA,TODOS NO GRUPO A PERDEM OU DIMINUEM.O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA COLETIVA É,HOJE,O FATOR DIFERENCIAL QUE EXPRESSA A INTELIGÊNCIA DAS PESSOAS E DOS GRUPOS. QUEM NÃO ESTIVER ABERTO A MUDANÇAS E COMPROMETIDO COM QUESTÕES DE NOVOS APRENDIZADOS ESTARA FADADO A O INSUCESSO PROFISSIONAL E PESSOAL.VALE SEMPRE LEMBRAR A FRASE DO FICTÍCIO DETETIVE CHINÊS CHARLIE CHAN"MENTE HUMANA É COMO PÁRA QUEDAS;FUNCIONA MELHOR ABERTA"... .::BOL - E-mail grátis::. .::jardim maria::. .::Blog da Márcia::. .::paixão de educar::. .::blog da Mara::. .::blog da Sheila::. ::Já Passou:: 26/04/2009 a 02/05/2009 06/04/2008 a 12/04/2008 02/03/2008 a 08/03/2008 20/01/2008 a 26/01/2008 30/12/2007 a 05/01/2008 09/12/2007 a 15/12/2007 25/11/2007 a 01/12/2007 22/07/2007 a 28/07/2007 15/07/2007 a 21/07/2007 08/07/2007 a 14/07/2007 27/05/2007 a 02/06/2007 06/05/2007 a 12/05/2007 29/04/2007 a 05/05/2007 22/04/2007 a 28/04/2007 25/03/2007 a 31/03/2007 18/03/2007 a 24/03/2007 04/03/2007 a 10/03/2007 18/02/2007 a 24/02/2007 11/02/2007 a 17/02/2007 04/02/2007 a 10/02/2007 21/01/2007 a 27/01/2007 14/01/2007 a 20/01/2007 07/01/2007 a 13/01/2007 31/12/2006 a 06/01/2007 24/12/2006 a 30/12/2006 ::Créditos:: ![]() ![]() ![]() ::Votação:: Dê uma nota para meu blog ::Contador:: ![]() | ||
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Avaliação formativa na Educação InfantilMaria Solange Portela Santarém Maricélia Silva da Cruz RESUMO: Este artigo tem por finalidade refletir sobre o processo de avaliação na Educação Infantil. Apresenta uma explanação inicial a respeito do significado de avaliação, conforme a visão dos autores e autoras consultados. Verificamos como o processo formal de avaliação é desenvolvido na escola, de acordo com as orientações da LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação - Nº 9.394 de 1996. Investigamos quais as metodologias mais adequadas para acompanhar o desenvolvimento global da criança e oportunizar a todos envolvidos/as, a reflexão e transformação na sua prática pedagógica, levando-os a pensar e repensar na sua postura avaliativa. Sugerimos ainda alguns modelos de avaliação, que podem ser trabalhados na instituição responsável pela educação de crianças pequenas. PALAVRAS - CHAVE: Avaliação Formativa. Educação Infantil. Portifólio. INTRODUÇÃO Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo. Se é triste ver meninos sem escola, mas triste ainda é vê-los enfileirados em salas sem ar, com atividades estéreis sem importância alguma para a formação humana. Partindo do pressuposto, que o trabalho educativo deve estar voltado para o desenvolvimento integral dos indivíduos, mediante a melhoria da compreensão do meio em que vivem, maiores percepções de si mesmo, elevação sócio cultural das suas condições de vida e desenvolvimento de valores próprios de uma sociedade em mudança, enfocaremos a avaliação formativa como instrumento mediador da ação pedagógico-educativo podendo-se através desta, diagnosticar, investigar informações que viabilizam o rendimento desta ação. Escrito por Jessica às 14h23 [] [envie esta mensagem] AVALIAÇÃO FORMATIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Adotam-se ainda práticas na Educação Infantil que possuem um entendimento equivocado da avaliação nessa etapa da educação, o que vem gerando sérios problemas, com conseqüências preocupantes. A mais grave é a existência das chamadas classes de alfabetização que conferem à Educação Infantil o caráter de terminalidade. São classes que atendem crianças a partir de seis anos, retendo-as até que estejam alfabetizadas. As crianças que freqüentam essas classes não ingressam na primeira série do ensino fundamental, até que tenham atingindo os padrões desejáveis de aprendizagem da leitura e escrita. A essas crianças tem sido vedado, assim, o direito constitucional de serem matriculadas na primeira série do ensino fundamental aos sete anos de idade. A avaliação nessa etapa deve ser processual e destinada a auxiliar o processo de aprendizagem, fortalecendo a auto-estima das crianças. No que se refere às crianças, a avaliação deve permitir que elas acompanhem suas conquistas, suas dificuldades e suas possibilidades ao longo de seu processo de aprendizagem. Para que isso ocorra, o professor deve compartilhar com elas aquelas observações que sinalizam seus avanços e suas possibilidades de superação das dificuldades. São várias as situações cotidianas nas quais isso já ocorre, como por exemplo, quando o professor diz: "Olhe que bom você já está conseguindo se servir sozinho", ou quando torna observável para as crianças o que elas sabiam fazer quando chegaram na instituição com o que sabem até aquele momento. Nessas situações, o retorno para as crianças se dá de forma contextualizada, o que fortalece a função formativa que deve ser atribuída à avaliação. Não é de hoje que existe esse modelo de avaliação formativa. A diferença é que ele é visto como o melhor caminho para garantir a evolução de todos os alunos uma espécie de passo a frente em relação à avaliação conhecida como somativa. Um exemplo de mudança é o seguinte, o professor deixa de ser aquele que passa informações e começa a preparar para que elabore seus próprios conhecimentos no seu dia-a-dia. A avaliação formativa não tem como pressuposto a punição ou premiação. Ela prevê que as crianças possuem ritmos e processos de aprendizagem diferentes. No desenvolvimento da criança, envolve as habilidades de ordem física, afetivo, sexual, cognitiva, ética, estética, de relação intra e interpessoal.Constitui ainda suporte fundamental para que a criança possa fazer a ''leitura do mundo'', ressaltando a expressão corporal como uma forma de interação social. Assim, no espaço da Educação Infantil, a escola deve oportunizar-lhe um ambiente físico e social onde se sinta acolhida e segura para enfrentar desafios; à medida que tais desafios se ampliam, possibilitam-lhe aumentar o conhecimento de si mesma, dos outros e do meio em que vive, ao mesmo tempo em que contribuem para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como: autonomia, criatividade, expressividade e solidariedade. PIAGET (1989), destacou, entre outros, o aspecto cinético, referente a expressividade e a mobilidade próprias das crianças: saltar, pular, correr, escorregar, rolar, dramatizar, dançar, contar... Assim, um grupo disciplinado não é aquele em que todos se mantenham quietos e calados, mas aquele em que os vários participantes se encontram envolvidos e mobilizados pelas atividades propostas. Considerando os aspectos citados, que se vê a importância de uma avaliação contínua, onde valorize todos os aspectos do desenvolvimento da criança, em especial na ''Educação Infantil ". Daí destacamos o Portfólio como uma alternativa para uma avaliação formativa, numa perspectiva de progressão de aprendizagem, que abre novas possibilidades de estímulo à reflexão e ao desenvolvimento das habilidades dos alunos, aspectos que, raramente são possíveis da avaliação formal. DOSSIÊS, PORTFÓLIOS E RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO Para avaliar, é preciso ter a sensação de que as coisas valem.Eu não poderia avaliar, bem se sabe, algo do qual não esperasse nada. O ato de avaliação implica, deste modo, uma relação não indiferente com o mundo, pois capaz de responder, ou não, a expectativas valorizadas. Foi o que denominamos impossível indiferença. (HADJI, 1994, p.190) Portfólio, dossiê, relatórios de avaliação, todas essas nomenclaturas se referem, no sentido básico, à organização de uma coletânea de registros sobre aprendizagem do aluno que ajuda o professor/professora, os próprios alunos/as e as famílias uma visão evolutiva do processo. AVALIANDO A AVALIAÇÃO NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Borboletinha, ta na cozinha, fazendo chocolate para a madrinha. Poti, Poti, perna de pau, olho de vidro nariz de pica-pau. Escrito por Jessica às 14h23 [] [envie esta mensagem] AVALIAÇÃO FORMATIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Após o trabalho relativo ao desenvolvimento das leituras, selecionamos uma Escola de Educação Infantil, no município de Porto Velho, da rede particular para realizarmos as investigações no intuito de analisarmos as aproximações e distanciamentos na relação teoria e prática. De acordo com a direção da referida escola, a referência pedagógica adotada é a concepção construtivista. Foi feita uma amostragem a partir da colaboração de três docentes, mediante a aplicação de questionários, de onde foi possível verificar as suas idéias a respeito do processo avaliativo. NOTAS EXPLICATIVAS 3 - Fragmento da música: Força Estranha. Roberto Carlos e Caetano Veloso. 1984. Som Livre. São Paulo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL.MEC - 1998. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Conhecimento de Mundo. Volume 3. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. N.º 9.394, de 1996. Disposições Constitucionais, Lei nº 9.424, de 24 de Dezembro de 1996. Brasília, DF, 1998. FORÇA ESTRANHA. Caetano Veloso & Roberto Carlos. CD Coletânea 3. Faixa 8, nº 52274-2. Som Livre, 1984. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover. 2. ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002 __________________ . Avaliar para ensinar, não para dar nota. In: A Revista do Professor Nova Escola, nº 159 jan/fev, 2003. p. 27. KRAMER, Sônia. Com a pré - escola nas mãos: uma alternativa curricular para a Educação Infantil. São Paulo: Ática, 1989 Escrito por Jessica às 14h21 [] [envie esta mensagem] TRABALHAR COM PROJETOS A educação infantil vem ganhando destaque nos últimos vinte anos, por um lado, devido à valorização da infância, enquanto etapa da vida, para a qual é necessária uma cultura própria, por outro, dados os avanços da Medicina, da Psicologia e da Pedagogia que permitiram que a criança fosse percebida com suas características e necessidades demandando cuidados e educação específicos. Tais experiências têm atuado numa linha de projetos, perspectiva esta bastante interessante que pode ajudar-nos a avançar mais na área e a superarmos os obstáculos que existem. O que é a escola? Como pode atuar em uma linha de projetos? É difícil definir exatamente o que é a escola. Sabe-se que ela é um misto de instituição, sistema e organização. Enquanto instituição ela é um conjunto de normas sociais que permitem o relacionamento de seus membros. Portanto, tanto deve orientar-se pelos instrumentos legais (Lei de Diretrizes e Bases 9394/96) como por seus próprios regimentos (regimento interno da unidade). No entanto, tais regulamentos devem ser coerentes e estar articulados com as propostas por ela veiculadas de modo que haja coerência entre o que se pretende e o que se faz. Enquanto organização ela é uma unidade social com agrupamentos humanos intencionalmente constituídos, ou seja, grupos da administração/ Embora as práticas educativas não sejam neutras, mas trazem sempre algum valor, não é possível construir um projeto educativo se não se tem clareza do que é ser criança. Qual é a cultura da infância? Quais os valores importantes nesse processo de formação? Quais os interesses dos pequenos? Como eles se desenvolvem? Em que estágio de desenvolvimento se encontram? Em que contexto vivem? Qual o seu papel nesse contexto? Que conhecimentos e experiências possuem? Quais as suas dificuldades? Diante de tais questões vemos a importância de o educador ter boa formação do ponto de vista sociológico, filosófico e psicológico, pois sem ela não será capaz de conhecer profundamente a criança e poder atuar adequadamente na sua realidade escolar sendo praticamente impossível vivenciar com qualquer tipo de projeto. Essas preocupações definem os grandes eixos do trabalho como podemos observar no desenho abaixo:Além do nível educativo há também o projeto curricular. Partindo-se do pressuposto que, segundo Sacristán (1988), currículo é a concretização da posição da escola face à cultura e é ela que exprime quais os conhecimentos mais adequados a serem trabalhados. Portanto, o projeto curricular é uma opção política da equipe escolar que vai definir o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes a serem desenvolvidos com os alunos. Envolve também a adoção de procedimentos de ensino, o uso de materiais didáticos, a seleção de experiências adequadas e os processos de avaliação. Assim, podem-se observar diferentes níveis de projetos: projeto educativo, projeto curricular ou pedagógico e o projeto de aula, também chamado de abordagem de projeto, pois os conteúdos partem dos alunos e são trabalhados em profundidade. A sua inclusão no currículo para a educação infantil permite um bom desenvolvimento intelectual das crianças por meio de um maior envolvimento. Nesse sentido, o docente passa a ser um incentivador da interação entre as crianças e o mundo que as cerca, enfatizando a participação ativa delas. Isso ocorre porque o conhecimento se torna mais significativo, podendo ser realizado com qualquer tema desde que parta dos interesses dos pequenos, fazendo com que o educador seja um contínuo investigador. Escrito por Jessica às 11h07 [] [envie esta mensagem] TRABALHAR COM PROJETOS Do ponto de vista didático, portanto, a abordagem de projeto é “um estudo em profundidade de um determinado tópico que as crianças levam a cabo” (Katz, 1997, p.3). Uma vez registradas as idéias podem ser organizadas e transpostas para uma folha grande de papel de modo que se possam observar as relações como o exemplo que se segue.Vale a pena considerar, de início, mais idéias do que as que poderão advir, para não ter que improvisá-las depois. Elaborada a rede é importante relacioná-las com as áreas curriculares e as respectivas atividades de aprendizagem. Segundo Katz (ob.cit.) devem ser considerados cinco critérios para o planejamento de projetos: as atividades que as crianças podem realizar, a aplicação das suas capacidades, a disponibilidade de recursos, o interesse do professor e o momento do ano letivo que o projeto apareceu. É importante notar que nem todas as crianças desenvolvem os mesmos tópicos com o mesmo grau de interesse, mas pode ser muito importante a maneira como o professor apresenta o projeto atraindo a atenção delas, relacionando a novidade com algo já conhecido. Esta não é a única forma de desenvolver os projetos de aula, mas certamente será um dos mais promissores porque atrai o interesse das crianças de modo a envolvê-las em atividades desafiantes e motivadoras. As principais pistas para o professor realizar um trabalho na perspectiva de projetos são: 1. ficar atento às crianças observando-as e escutando-as para identificar a situação problema, isto é, o assunto que despertou interesse e que merece ser aprofundado; 2. registrar as falas das crianças na forma de tempestade de idéias, não fechando a rede para propiciar as articulações necessárias com outros fatos que podem fazer parte do temário; 3. selecionar os fatos e ampliá-los associando-os a outros através de um processo de planejamento; 4. realizar a vivência, isto é, a experiência planejada; e, 5. preparar a sua apresentação. Deve-se lembrar, porém, da relevância de não esgotar aí o tema, pois se o professor desenvolver a escuta e o olhar, certamente terá, na vivência, novas pistas para o próximo projeto. Bom trabalho! Referências bibliográficas http://www.revistac Escrito por Jessica às 11h06 [] [envie esta mensagem] |